Depósito mÃnimo
Bônus e oferta
Melhores Cassinos
Basquete / NBA
NFL
Metodo pagamento
Jogo de cassino
Ferramentas e recurso
Como apostar
Esports
Futebol
Porzingis contou que lutou contra fadiga extrema e dificuldades respiratórias durante os playoffs pelos Celtics e agora quer se provar '100%' nos Hawks
O pivô Kristaps Porzingis, novo reforço do Atlanta Hawks, revelou que foi diagnosticado com síndrome de taquicardia postural ortostática (POTS) – condição raríssima que afeta o ritmo cardíaco e causa sintomas como tontura, cansaço e falta de ar. Bem como, o jogador contou ao The Athletic que começou a sentir os efeitos durante a última campanha dos Boston Celtics nos playoffs da NBA, especialmente na série contra o New York Knicks.
“Isso me atingiu como um caminhão. A respiração não estava boa. Fiz tudo que podia para me sentir bem, mas meu corpo não respondia como eu queria”, admitiu Porzingis.
De acordo com informações do hospital Cleveland Clinic, a POTS ocorre quando o corpo tem dificuldade em regular o fluxo sanguíneo ao mudar de posição, levando a um aumento súbito da frequência cardíaca. Ainda sem cura, a síndrome pode ser controlada com acompanhamento médico e mudanças de rotina.
Kristaps Porzingis was dealing with POTS in the postseason, per The Athletic's @FredKatz pic.twitter.com/VVLjH4DPiO
— Noa Dalzell 🏀 (@NoaDalzell) October 22, 2025
Durante as semifinais do Leste, o letão chegou a relatar que seu coração batia a 130 batimentos por minuto apenas ao se levantar do sofá. “Nunca usei a palavra ‘fadiga’ antes, mas eu realmente me sentia assim. Eu podia ficar deitado o dia todo, como um gato de estimação”, disse.
Na época, os Celtics classificaram o problema como uma doença respiratória não relacionada à Covid-19. O técnico Joe Mazzulla revelou logo após o Jogo 5 contra os Knicks que Porzingis “não conseguia respirar” e por isso foi poupado no segundo tempo.
O pivô teve médias discretas na série – 4,2 pontos e 3,7 rebotes em 15,5 minutos por jogo -, números muito abaixo de sua produção na temporada regular, quando registrou 19,5 pontos e 6,8 rebotes, além de 41% de aproveitamento nas bolas de três. Ao todo, outras lesões e a doença limitaram sua presença a apenas 42 partidas naquele ano.

Após a eliminação dos Celtics, o presidente Brad Stevens explicou que Porzingis lidava com uma “síndrome pós-viral”. Mesmo assim, o letão conseguiu se recuperar a tempo de disputar o EuroBasket 2025 pela Letônia, onde teve médias de 20,2 pontos e 8,7 rebotes, ajudando o país a chegar às oitavas de final do torneio continental.
Agora, aos 30 anos, Porzingis inicia uma nova fase em Atlanta, determinado a provar que ainda é um jogador de impacto. Ele tem acompanhamento médico contínuo e adaptações em sua rotina de treinos para gerenciar a POTS.
“Quero mostrar que estou saudável, jogando em alto nível novamente. Se fizer isso, as outras coisas vão se resolver naturalmente”, afirmou o pivô, que pode buscar uma extensão contratual acima dos US$ 40 milhões anuais ou testar o mercado da NBA em 2026.
Por fim, os Hawks apostam que Porzingis pode retomar sua forma de All-Star e ser peça-chave ao lado de Trae Young, Dyson Daniels e companhia no bom elenco da franquia. Com o diagnóstico controlado e foco total em manter o condicionamento físico, o letão quer transformar a adversidade em combustível para um dos maiores recomeços da temporada.
nba
nfl
mlb
nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
Leia mais
NBA 