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Os 5 melhores armadores da free agency da NBA

Lucca Hoelzle

Com o mercado de agentes livres sendo inaugurado na próxima segunda, confira as melhores opções disponíveis na armação

Nesta segunda-feira (30), acontece a abertura da free agency da NBA. O período marca um momento de diversas mudanças nas franquias da melhor liga de basquete do mundo. Assim, dirigentes ao redor da associação já estão traçando suas metas para reforçarem seus elencos em busca do título da próxima temporada.

Ainda que a free agency que se aproxima não seja das mais estreladas, conta com excelentes nomes a nível de jogadores titulares e também de composição de elenco. E, após uma final protagonizada por dois elencos profundos em Oklahoma City Thunder e Indiana Pacers, role players e atletas de poucos holofotes nunca estiveram tão em alta.

Pensando nisso, o The Playoffs preparou uma série de listas com os melhores jogadores disponíveis por posição. Na primeira, listamos os cinco melhores armadores do mercado. Vale lembrar que, por armadores, entendemos todos os jogadores das posições 1 e 2 (armador e ala-armador). Além disso, consideramos apenas agentes livres irrestritos ou aqueles que têm uma player option e ainda não indicaram intenção em exercê-la.

Por fim, vamos a lista dos melhores armadores da free agency.

Dennis Schroder

Inaugurando a lista – mas lembrando que não existe uma ordem entre os cinco escolhidos – trazemos o alemão Dennis Schroder. Em um passado não tão distante, a carreira do veterano na NBA parecia estar em decadência. No entanto, suas atuações espetaculares na Copa do Mundo FIBA, em 2023, mudaram essa percepção. A Alemanha se sagrou campeã, ele venceu o prêmio de MVP da competição e assinou um contrato de dois anos e US$ 25,4 milhões com o Toronto Raptors.

Depois de passar por Brooklyn Nets e Golden State Warriors, chegaria ao Detroit Pistons para a metade final da temporada. Lá, se tornou parte importante da campanha que devolveu a franquia aos playoffs depois de seis anos de ausência. Suas médias de 13,1 pontos, 5,4 assistências e 2,5 rebotes fazem com que ele entre no mercado como um dos nomes mais cobiçados.

Aos 31 anos, Schroder vem sendo especulado em uma série de equipes, incluindo Milwaukee Bucks, Dallas Mavericks e Sacramento Kings.

Malik Beasley

Falando em jogadores que se destacaram pelos Pistons, continuamos nossa lista com Malik Beasley. O ala-armador viveu, de longe, a melhor temporada de sua carreira na NBA até então. Saindo do banco, anotou 16,3 pontos por jogo, acertando 41,6% dos arremessos tentados no perímetro. Além disso, suas 319 bolas de três certeiras foram a segunda maior marca de toda a liga, com somente uma a menos que o líder Anthony Edwards.

Ainda prestes a completar 29 anos, Beasley pode ser um jogador importante em praticamente qualquer equipe, seja como titular ou saindo do banco. No fim da temporada, por sinal, terminou em segundo na votação para o prêmio de sexto homem, atrás apenas de Payton Pritchard. Diante de todos os fatores apresentados, a expectativa é de que Detroit, um dos times com maior espaço em sua folha salarial, ofereça um belo contrato ao ala-armador.

Nickeil Alexander-Walker

Pelo segundo ano consecutivo, Nickeil Alexander-Walker entrou em quadra em todas as 82 partidas do Minnesota Timberwolves na temporada regular. Foram apenas dez como titular, com uma média de minutos de 25,3 por jogo. Os números, no entanto, passam longe de definir o excelente desempenho do jogador de 26 anos.

Durante a regular, foram 9,4 pontos, 3,2 rebotes e 2,7 assistências, acertando 38% dos arremessos triplos. Já nos playoffs, registrou 8,3 pontos e 2,3 assistências. Primo de Shai Gilgeous-Alexander, Nickeil se destaca não apenas por ser um arremessador de perímetro competente, mas também por seu trabalho defensivo exemplar no perímetro.

Com ele em quadra, os Timberwolves conseguiram um diferencial de pontos positivo a cada 100 posses de bola de 6,6. A defesa, no geral, foi a sexta melhor de toda a NBA, com um rating de 110,8. Quando Alexander-Walker esteve presente, esse número foi ainda melhor: 108,5, que estaria abaixo apenas do campeão Oklahoma City Thunder.

Minnesota não tem a melhor das situações financeiras e outros nomes importantes podem se tornar free agencys, como Julius Randle e Naz Reid. Então, espera-se que Alexander-Walker, que é agente livre irrestrito, seja um dos armadores mais concorridos no mercado.

Tyus Jones

Depois de anos sendo um dos armadores reservas de elite na liga, Tyus Jones fez uma aposta arriscada na última offseason. Mesmo com a expectativa de receber um contrato melhor, assinou com o Phoenix Suns por um ano e apenas US$ 2 milhões. O plano era claro: passar um ano recebendo um salário muito inferior ao que deveria, mas, como titular em um time que conta com estrelas como Devin Booker e Kevin Durant, e que precisava desesperadamente de um armador.

Ótimo plano, certo?! Errado. A intenção de Jones era boa, porém, a temporada dos Suns foi uma das mais decepcionantes da NBA. Com o 11° lugar, não garantiram nem mesmo uma vaga no Torneio de Play-In. Jones, obviamente, não teve culpa nisso, mas também não conseguiu alavancar seu valor de mercado como esperado.

Em 81 partidas disputadas, sendo apenas 58 como titular, conseguiu médias de 10,2 pontos, 5,3 assistências, 2,4 rebotes e 41,4% de aproveitamento nos arremessos do perímetro. Além disso, teve apenas 1,1 turnover por jogo, que mesmo sendo a maior marca de sua carreira, ainda é excelente para um armador criador de jogadas.

Jones não viveu seus melhores dias por Phoenix, mas ainda é capaz de ser um armador titular de ótimo calibre. Para o seu azar, porém, não existem muitos times com espaço salarial suficiente para oferecer um contrato mais lucrativo.

Gary Trent Jr.

Gary Trent Jr. adotou uma estratégia muito semelhante a de Jones na última offseason. O ala-armador, contudo, atraiu pouca atenção após o fim de seu contrato com o Toronto Raptors. Em seguida, então, optou por assinar com o Milwaukee Bucks por um ano e US$ 2,6 milhões, valor US$ 15 milhões menor que o de seu último vínculo com os canadenses.

Mas podemos dizer que, ao contrário de Jones, Trent Jr. viu sua aposta se pagar. Apesar de registrar a média de pontos mais baixa (11,1) desde o seu segundo ano na NBA, ele acertou 41,6% de suas tentativas no perímetro, segunda maior marca da carreira.

O verdadeiro brilho, contudo, veio nos playoffs. Mesmo com a queda diante do Indiana Pacers na primeira rodada da Conferência Leste, o ala-armador terminou como um dos destaques da equipe. Foram 18,8 pontos e 2,6 (!) roubos de bola por partida, acertando 50% de seus arremessos de três pontos. Nos jogos 3 e 5, por sinal, conseguiu suas maiores pontuações na pós-temporada, com 37 e 33 tentos, respectivamente.

Menções honrosas: Chris Paul, Russell Westbrook, D’Angelo Russell, Tim Hardaway Jr. e Caris LeVert.

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Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.

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