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Nuggets-Wolves: Sérvio Nikola Jokic anota triplo-duplo de 56 pontos, bate recorde na prorrogação e lidera vitória dramática de Denver
O confronto entre Nuggets-Wolves na noite de quinta-feira (25) entrou para os livros de história da NBA. Em uma atuação simplesmente monumental e inesquecível, Nikola Jokic registrou um triplo-duplo de 56 pontos, 16 rebotes e 15 assistências, comandando o Denver Nuggets na vitória por 142 a 138 sobre o Minnesota Timberwolves, após uma prorrogação eletrizante para finalizar a rodada de Natal da NBA.
Além de garantir o triunfo, o sérvio ainda estabeleceu um novo recorde da liga ao marcar 18 pontos na prorrogação, superando a antiga marca de Stephen Curry, de 17, em 2016. Mesmo desfalcados de três titulares, os Nuggets encontraram em Jokic e Jamal Murray a força necessária para superar mais um desafio contra um rival direto do Oeste. Murray brilhou com 35 pontos, enquanto o Denver manteve a invencibilidade contra os Wolves na temporada, agora com campanha de 3-0 no confronto direto.
NIKOLA JOKIĆ WITH VIDEO GAME STATS ON CHRISTMAS DAY 🤯
— NBA (@NBA) December 26, 2025
🃏 56 PTS
🃏 16 REB
🃏 15 AST
🃏 2 BLK
🃏 4 3PM
THE FIRST 55/15/15 GAME IN NBA HISTORY 🚨 pic.twitter.com/8LPXlFWO6V
Desde os primeiros minutos, ficou claro que Jokic estava em uma noite especial no duelo Nuggets-Wolves. Ele controlou o ritmo, pontuou de todas as formas possíveis e, ainda no terceiro quarto, alcançou seu 179º triplo-duplo da carreira, ficando a apenas dois de Oscar Robertson, segundo maior da história da NBA. No entanto, foi na prorrogação que o astro elevou o jogo a outro patamar.
No tempo extra, Jokic foi impecável: 3 de 3 nos arremessos de quadra, incluindo duas bolas de três, além de 10 de 11 nos lances livres. O resultado foi uma explosão de 18 pontos que desmontou qualquer tentativa de reação de Minnesota e consolidou mais um capítulo lendário em sua trajetória.
Do outro lado, Anthony Edwards também entregou tudo o que prometeu. Antes do jogo de Nuggets-Wolves, ele havia cravado que faria pelo menos 30 pontos. Passou disso com folga, anotou 44, liderou uma reação impressionante no fim do quarto período e acertou uma bola de três girando no estouro do cronômetro para empatar o jogo em 115 a 115. Ainda assim, acabou ejetado na prorrogação após discutir marcações e receber duas faltas técnicas, o que mudou o rumo do duelo.
Minnesota chegou a buscar uma desvantagem de 15 pontos nos últimos minutos do tempo regulamentar e abriu a prorrogação com uma corrida de 9-0, colocando pressão total sobre Denver. Mesmo assim, os Nuggets não se abalaram. Depois de ver o placar chegar a 124 a 115, a equipe respondeu com uma sequência de 11-2, empatou em 126 e abriu caminho para o domínio absoluto de Jokic.
O jogo Nuggets-Wolves também ganhou contornos ainda mais dramáticos pelos desfalques de Denver. Cameron Johnson, que havia se machucado em Dallas, juntou-se a Aaron Gordon e Christian Braun no departamento médico. Com isso, Tim Hardaway Jr. ganhou vaga no quinteto inicial e contribuiu com 19 pontos, oferecendo suporte importante em uma rotação reduzida.

Por fim, mais do que uma vitória suada, o duelo Nuggets-Wolves reforçou o peso de Jokic na corrida por mais um prêmio de MVP e mostrou a resiliência de um Denver que segue competitivo mesmo em condições adversas. Para Minnesota, fica o gosto amargo de uma grande atuação que escapou nos detalhes – e nas emoções.
Agora, os Wolves voltam para casa para encarar o Brooklyn Nets no sábado (27), enquanto os Nuggets seguem viagem rumo a Orlando. Depois de uma noite como essa, porém, o que fica é a certeza de que o encontro entre Denver e Minnesota entregou um dos jogos mais memoráveis da temporada – eternizado pelo brilho histórico de Nikola Jokic na noite de Natal.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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