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Para facilitar a sua vida confira um compilado das cinco tendências ou acontecimentos mais quentes da última semana na NBA
Com 30 times e mais de 450 jogadores, é difícil acompanhar tudo o que acontece na NBA. Por isso, para facilitar a sua vida confira um compilado das cinco tendências ou acontecimentos mais quentes da última semana no melhor basquete do mundo. Por aqui, você vai encontrar análises táticas, opiniões e curiosidades sobre a temporada, as equipes e os jogadores.
Sem muita enrolação, vamos direto ao que você precisa saber!
Na noite desta terça-feira (17), os Bucks enfrentaram o Oklahoma City Thunder na final da Copa NBA e venceram pelo placar de 97 a 81. A equipe de Milwaukee dominou fisicamente na segunda metade da partida e contou com grande atuação de Giannis Antetokounmpo. Isso porque o grego teve um triple-double com 26 pontos, 19 rebotes e dez assistências, e foi o MVP da final.
Além disso, a vitória foi a quarta consecutiva e a 13ª nas últimas 16 partidas para os Bucks. Assim, saíram das últimas colocações e já ocupam a quinta posição da Conferência Leste.
Por outro lado, os Warriors parecem seguir o caminho inverso. Após começarem 10-2 na temporada e brigarem pela melhor campanha do Oeste, a equipe de Stephen Curry e companhia venceu apenas quatro das últimas 13 partidas e caiu vertiginosamente de produção.
Neste período, o rating ofensivo da equipe foi o quinto pior em toda a liga e Golden State teve o terceiro pior aproveitamento nos arremessos de quadra. Mais do que isso, os Warriors perderam muitas partidas por um placar apertado. Inclusive, o rating ofensivo da equipe durante o clutch time é de 69,4 pontos a cada 100 posses de bola. Para se ter uma ideia, na temporada regular o pior rating é de 103,7, do Washington Wizards.
Um pouco do que ajuda a explicar isso é a afobação do time para definir as jogadas e a falta de criatividade e entrosamento. Veja nos lances a seguir como a equipe não desenvolve as jogadas e tenta resolver no desespero ou no mano a mano.
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
Outro fator relevante é a mistureba que o técnico Steve Kerr está fazendo com a rotação do elenco. São 13 jogadores com pelo menos 13 minutos de quadra por partida e, tirando Stephen Curry, quase nenhum deles é um playmaker, capaz de pontuar e criar para seus companheiros. Por conta disso, os Warriors trocaram por Dennis Schroder e ainda buscam uma estrela no mercado.
Ou seja, será que o ataque é ruim nos momentos decisivos porque não tem uma rotação fixa e entrosada ou é porque faltava um outro jogador? Essas respostas teremos em breve.
Falando em estrela no mercado, de acordo com Shams Charania, da ESPN americana, Butler é uma delas.
Apesar de toda a discussão entre o agente do jogador e o jornalista sobre a veracidade das informações, a relação de Butler com o Heat nunca foi das melhores. Além disso, o jogador está em seu último ano de contrato e não assinou uma extensão com a equipe da Flórida.
Nesta temporada, o ala tem médias de 19,4 pontos, 6,1 rebotes e cinco assistências por partidas. Porém, mais uma vez Miami não é um time forte e parece longe de disputar alguma coisa. Assim, o mais natural para ambas as partes seria buscar uma troca que colocasse Butler em um contender e que desse algum retorno para o Heat.
Inclusive, poucas equipes terão espaço salarial o suficiente na próxima offseason, são elas: Brooklyn Nets, Washington Wizards e New Orleans Pelicans. Portanto, deve ser interesse de Butler ser movido até o trade deadline, no dia 6 de fevereiro.
Em seu quarto ano na liga, Jalen Johnson vem tendo a melhor temporada de sua carreira. Até aqui, são 25 partidas com 19,6 pontos, 10,1 rebotes e 5,5 assistências de média (todas as melhores da carreira). Além disso, Johnson melhorou em roubos de bola e tocos, completando as cinco estatísticas tradicionais do basquete. Assim, o ala vem forte na briga pelo prêmio de Most Improved Player, dado ao jogador que mais evoluiu de um ano para o outro.
No ataque, Johnson é agressivo em relação ao aro e não para nunca de se mexer. Assim, com cortes para a cesta e com passes na medida, ele é a liga para o ataque dos Hawks. Sem ele, a bola fica muito na mão de Trae Young e o ataque tende a ser mais previsível.
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
Na defesa, é versátil e super ativo cortando linhas de passe e dando início ao contra-ataque ofensivo.
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
Assim, Johnson melhorou individualmente e também é peça fundamental para fazer a engrenagem desse Hawks, que venceu sete das últimas nove, funcionar muito bem.
Além dele, Evan Mobley, Franz Wagner e Christian Braun são outros fortes candidatos ao prêmio e a aparecerem por aqui.
Seriam os Timberwolves a franquia mais inquieta da NBA? Independentemente do resultado da temporada, parece que os Wolves sempre fazem um movimento ou outro que muda a maneira como a equipe volta para a temporada seguinte. Dessa vez, após chegar na final de conferência, trocou Karl-Anthony Towns por Julius Randle e Donte DiVincenzo.
O resultado? Péssimo entrosamento em quadra e fora de quadra. Até o mês de dezembro, foram nove vitórias e dez derrotas.
Porém, depois da dura pública de Anthony Edwards no elenco, a equipe venceu cinco das últimas seis partidas e tem a melhor defesa na liga com incríveis 92 pontos sofridos a cada 100 posses. Para se ter uma ideia, a segunda melhor marca é do Thunder com 104,2. E já que tudo começa na defesa, os Wolves são a equipe que sede o pior aproveitamento de arremessos e a que mais força turnover.
Primeiro, veja a preguiça que era o Randle defendendo, em partida mais cedo na temporada contra o Portland Trail Blazers.
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
Agora, veja se existe alguma diferença na intensidade.
— Gustavo Assef (@GustavoAssef1) December 19, 2024
Com esse tipo de vibração na defesa, mesmo sem serem um primor ofensivo, os Wolves podem incomodar muito.
nba Jornalista em formação, apaixonado por música e por esportes, principalmente os americanos. Torcedor do Boston Celtics, do Boston Red Sox e fanático pelo Pittsburgh Steelers. No futebol, sofre pelo São Paulo.
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