Confira as melhores oportunidades de aposta e o ranking de todas as equipes da NBA até aqui
Com a pausa para o All-Star Weekend concluída, nesta quinta-feira (19) a NBA voltou com sua temporada após uma semana sem jogos. O período representa não apenas comemoração para os All-Stars ou descanso para os demais, mas também é um momento de extrema importância para as equipes que brigam por playoffs. Isso porque agora com menos de 30 jogos restantes, o gás final é liberado e chegou o momento de ajustes finais para os playoffs.
Com isso, as disputas se intensificam e cada partida ganha ainda mais valor. Por outro lado, a outra disputa é pela loteria e pela maior chance possível de pegar a primeira escolha geral do Draft. Além disso, é também reta final de disputa nos prêmios individuais. Ou seja, independente do motivo, daqui até o meio de abril a temporada regular da NBA ganha outro ar e antes da loucura começar, é bom pausar e refletir nos melhores times até aqui e no que cada um deve brigar a partir de agora.
Vale destacar que as principais Odds na Superbet foram selecionadas no dia 19/02/2026.
Campanha (posição na conferência): 12-44 (15º)
Normalmente as equipes que estão lá embaixo na classificação, em especial nesta fase da temporada, são as que ou não possuem bons jogadores ou que estão tentando perder deliberadamente. No caso dos Kings, o mais triste da temporada é que o elenco foi montado para vencer partidas e brigar por uma vaga nos playoffs. No entanto, o trabalho de construção do time foi tão ruim que mesmo com nomes de peso e com talento acumulado Sacramento tem a pior campanha da NBA.
Campanha (posição na conferência): 14-39 (14º)
Na última edição do ranking, Washington até ganhou algumas posições depois de uma sequência mais competitiva. Porém, no último mês a equipe basicamente trocou todos os seus jogadores veteranos e que poderiam deixar o time mais competitivo na temporada atual. Em troca, pegou duas estrelas que possivelmente nem irão estrear nesta temporada: Anthony Davis e Trae Young.
Desde então, quatro vitórias e 11 derrotas com o segundo pior ataque e a quarta pior defesa da NBA.
Campanha (posição na conferência): 15-41 (14º)
Outra equipe que perde não por escolha mas por ruindade são os Pelicans. Ao contrário de Washington, a equipe escolheu manter suas peças mais veteranas e “guardá-las” para uma construção futura. O problema é que o atual elenco não funciona em quadra e nem no papel. Mesmo sendo forte ao atacar o garrafão, sente falta de playmakers consistentes e de bolas de três pontos.
Derik Queen e Zion Williamson juntos não parecem funcionar, nem no ataque e muito menos na defesa. Além disso, o também rookie Jaremiah Fears virou reserva e perdeu tempo de quadra para jogar ao lado de Queen e desenvolver uma química entre os calouros, que podem ser a única boa notícia da temporada.
Campanha (posição na conferência): 15-40 (14º)
Os Pacers chegaram a perder 13 seguidas entre dezembro e janeiro, ficando na última posição do power ranking. Porém, desde então a equipe é bem mais competitiva e organizada, ainda que faça pouco esforço para vencer as partidas no último quarto. A troca por Ivica Zubac significou mais um reforço para a próxima temporada do que para a atual, uma vez que o pivô pode demorar para voltar às quadras por conta de um problema no tornozelo.
Campanha (posição na conferência): 15-38 (13º)
Pior ataque da NBA e pior defesa da liga desde o dia 13 de janeiro. O Brooklyn Nets, desde a virada do ano, não faz questão de esconder que entrou no modo “tanking” e a melhor defesa da liga em dezembro simplesmente desapareceu. Além disso, Michael Porter Jr. também não é mais o mesmo e será interessante observar sua postura até o final da temporada regular agora sem ter a esperança de ser trocado.
Campanha (posição na conferência): 18-38 (13º)
Assim como os Nets, o Jazz era uma equipe com um elenco ruim, mas que sendo bem treinada conseguia competir. Se a defesa sempre foi ruim, o ataque era um dos melhores da liga. Porém, a sina de toda equipe com quase nenhuma expectativa de playoffs é perder o máximo de jogos possíveis para garantir uma escolha na loteria. No caso de Utah, precisa ser dentro do top 8 para que a escolha não vá para o Oklahoma City Thunder. Ou seja, quanto mais perder, melhor e agora sem Jaren Jackson Jr. pelo restante da temporada ficou ainda mais fácil.
Campanha (posição na conferência): 20-33 (11º)
Um dos maiores “vendedores” do trade deadline, os Grizzlies mandaram embora talento. Se não conseguiram se despedir de Ja Morant, quem deu adeus foi JJJ e a pequena esperança de que sua dupla com o armador poderia dar certo finalmente. A equipe, que já sofria para se manter competitiva, agora é outra que entra no modo “perder é prioridade” e que não tem nenhum atrativo para ser competitiva até o fim da temporada regular. Um ponto para observar seria um possível retorno de Ja Morant.
Campanha (posição na conferência): 19-35 (12º)
Anthony Davis foi trocado por pouco (ao menos em quadra) e Kyrie Irving não retorna mais nesta temporada. Ou seja, o que de melhor pode acontecer para os Mavs seria Cooper Flagg vencer o prêmio de Calouro do Ano e a equipe conseguir aproveitar a última pick própria que possui até o fim da década para adicionar talento e voltar a competir no próximo ano. Se a defesa ainda é sólida, o ataque diz pouco ao que veio e parece cada vez mais se resumir a Flagg ou qualquer outro jogador de perímetro que consiga pegar fogo em determinada partida (destaque para Max Christie recentemente).
Campanha (posição na conferência): 23-30 (12º)
Com Giannis Antetokounmpo, um time que briga em todas as partidas e que pode vencer de acordo com algumas variáveis. Sem Giannis Antetokounmpo um pequeno aglomerado de jogadores com talento limitado e que podem, vez ou outra, ter uma boa partida e mascarar suas reais limitações. A realidade é que mesmo Kevin Porter Jr. e Ryan Rollins estão longe de serem a opção número um de uma equipe para criar ataque, mesmo que possuam essa responsabilidade em Milwaukee. Talvez a chegada de Cam Thomas traga algo a mais e que possa ser utilizado caso Giannis retorne de lesão.
Campanha (posição na conferência): 24-31 (11º)
Os começaram muito bem a temporada em outubro, para cair vertiginosamente em novembro e se recuperar levemente em dezembro. Com isso, mais uma vez a equipe ficava no play-in e parecia destinada aos 50% ou perto disso de campanha. No entanto, finalmente Chicago parece ter uma direção e ela aponta para a loteria do Draft e reconstrução do elenco em torno de Josh Giddey, Matas Buzelis e quem ficar de Jaden Ivey e Rob Dillingham.
Campanha (posição na conferência): 26-30 (10º)
Outra franquia que, finalmente, escolheu uma posição após repetidos anos de play-in e nada foi o Atlanta Hawks. Trocar Trae Young e depois Kristaps Porzingis é um claro voto de confiança no núcleo de Jalen Johnson, Nickeil-Alexander Walkers, Dison Daniels e Onyeka Okongwu. Além disso, darão uma chance real para Jonathan Kuminga mostrar algo até o final da temporada regular e podem ganhar mais um físico e talentoso jogador nele.
Com a escolha dos Pelicans no próximo Draft, Atlanta não carrega peso algum até o fim da temporada regular e deve utilizar o período para testes no elenco atual. Diferentes rotações e funções para suas ainda jovens peças devem acontecer e o resultado será secundário.
Campanha (posição na conferência): 29-26 (8º)
Melhor aposta: Blazers vão para os playoffs (2.20)
Sem Jimmy Butler, as chances reais dos Warriors pensando em título são nulas. Mesmo com o ala era difícil imaginar que Golden State teria gás e uma rotação funcional para quatro séries de playoffs. Agora sem Butler, com Stephen Curry enfrentando problemas físicos e com a eterna instabilidade de Porzingis (novo reforço), é muito difícil imaginar que a equipe consiga qualquer coisa.
O ponto positivo é que os Warriors continuarão tentando vencer e deixarão a briga do play-in mais intensa. Gui Santos tem crescido de produção e ganhado responsabilidade, podendo ser o complemento na ala para um quinteto titular mais coeso e competitivo. Porém, com Clippers e Blazers vindo com tudo, a chance de playoffs é cada vez menor.
Campanha (posição na conferência): 27-29 (9º)
Melhor aposta: Blazers vão para os playoffs (3.20)
O calendário mais fácil de toda a NBA pelos últimos quase 30 jogos é o dos Trail Blazers. A equipe comandada pelo brasileiro Tiago Splitter sofreu com inconsistências até a pausa para o All-Star. Lesões em jogadores importantes, principalmente de perímetro, impactaram dos dois lados da quadra, mas principalmente no ataque. Agora com o retorno de todo mundo, menos Damian Lillard e incluindo Scoot Henderson, Splitter terá material para trabalhar e terá um calendário a favor. Olho nos Blazers, que podem dar um bom salto, mas pelo que fizeram até aqui merecem a posição 18.
Campanha (posição na conferência): 28-25 (7º)
Uma das maiores decepções da temporada. A magia parece estar acabando em Orlando e a pior notícia é sempre a próxima. A mais recente é que Franz Wagner agora não tem um prazo de retorno e pode perder mais diversos jogos com um problema no tornozelo. Jalen Suggs e Paolo Banchero também sofreram com lesões até aqui e a equipe parece nunca conseguir uma sequência em quadra.
Dessa forma, não consegue um padrão de jogo nem na defesa (ponto muito forte das últimas duas temporadas) e muito menos no ataque. Jamahl Mosley, o head coach, terá que mostrar muita coisa diferente nesta reta final para garantir seu trabalho para o próximo ano.
Campanha (posição na conferência): 29-27 (8º)
Diferentemente de Orlando, Miami tem um estilo bastante claro dos dois lados da quadra. Igual Orlando, Miami sofre com lesões (no caso em Tyler Herro) e com resultados instáveis ao longo da campanha até aqui, capaz de vencer qualquer um e perder para qualquer um. Dentro do último mês de jogos, tem o 12º melhor ataque e a nona melhor defesa, enquanto na temporada toda tem o 17º ataque e a quarta melhor defesa. Ou seja, mesmo com a mudança tática de Eric Spoelstra o ataque segue sendo um claro problema em Miami e a realidade é que um bom técnico pode mudar isso até certo ponto.
O Heat claramente precisa de talentos e o retorno de Herro ajudaria, mas ainda está longe do ideal para sair do play-in para brigar realmente por título.
Campanha (posição na conferência): 26-28 (10º)
A equipe mais quente da NBA por certo período, mas que recebeu um banho de água fria no trade deadline. O pedido de troca de James Harden e a proposta irrecusável dos Pacers por Zubac tiraram dois pilares centrais da estrutura construída pelos Clippers desde a temporada passada. Assim, agora precisamos ver novamente como Tyronn Lue repensa sua equipe e qual será o teto do LAC.
A boa notícia é que Kawhi Leonard parece mais saudável do que nunca e está em sua melhor temporada regular da carreira. Além disso, John Collins e outro role players podem contribuir, como Ben Mathurin que chegou há pouco. Já Darius Garland é a grande incógnita e pode mudar drasticamente o desempenho da equipe caso retorne às quadras em breve.
Campanha (posição na conferência): 32-23 (7º)
O desempenho dos Suns segue bom e acima do esperado, com a equipe ainda brigando por vaga direta nos playoffs. No entanto, ao mesmo tempo os Suns tem claras limitações com um elenco muito curto. A queda recente de desempenho de Dillon Brooks prejudicou e as ausência de Devin Booker machucam muito. Phoenix vai sempre lutar e competir dentro de qualquer partida, mas dependerá muito dos dois e de jogadores complementares pegarem fogo nas bolas de três como já aconteceu em outros períodos da temporada (leia-se Collin Gillespie, Grayson Allen, Royce O’Neale e Jordan Goodwin).
Campanha (posição na conferência): 30-24 (6º)
Talentoso, mas por vezes preguiçoso e por outras lesionado. O elenco do Philadelphia 76ers é um bom reflexo da campanha atual da franquia: bom, mas nada excepcional. O recorde de Philadelphia contra equipes com campanha positiva é ruim, de 21 vitórias e 19 derrotas. Se Tyrese Maxey e V.J. Edgecombe não possuem o mesmo protagonismo em comparação com o começo da temporada, Joel Embiid é outro jogador.
O pivô, que recentemente voltou a sentir o joelho, vem atuando muito bem e agora parece significativamente mais confortável em quadra. Assim, os 76ers passaram a jogar mais através dele e tiraram um pouco a bola de Maxey, o que não parece a melhor das ideias vide o começo de temporada. De qualquer forma, a equipe está em boa posição até aqui e é mediana para boa dos dois lados da quadra.
Campanha (posição na conferência): 32-23 (5º)
O caso de Toronto é parecido com o de Philadelphia, mas com um pouco menos de talento e um tanto mais de constância. Assim, se o elenco não é o que melhor se complementa ou traz diferentes estilos para quadra, a vontade e a disciplina na defesa acabam compensando. Os Raptors possuem a sexta melhor defesa da NBA e no ataque são medianos, compartilhando muito a bola mas tendo claros problemas de criação de espaço e de arremessos.
Campanha (posição na conferência): 33-20 (4º)
A campanha é muito melhor do que o produto em quadra. Isso porque os Rockets até estão em posição de mando de quadra no Oeste e com 13 vitórias a mais do que derrotas, mas a equipe tem o quarto pior ataque da NBA no último mês de partidas e a defesa não parece dominante o suficiente para isso. As bolas de três não caem mais como no começo da temporada e a confiança já não parece inabalável, de um time “durão” mentalmente como gosta Ime Udoka.
Por outro lado, os Rockets seguem fazendo o necessário no ataque para vencer jogos e a defesa e boa o suficiente para transformar a maioria das partidas em lutas por cada posse de bola. Além disso, ter Kevin Durant e Alperen Sengun em sua equipe sempre ajuda.
Campanha (posição na conferência): 33-21 (5º)
Outra equipe que a campanha é melhor que o desempenho em quadra é os Lakers. A bem verdade que o principal problema neste último mês foi a ausência de Austin Reaves, que claramente muda o ataque de LA quando em quadra e traz uma agressividade diferente em relação a Luka Doncic e LeBron James. Por outro lado, a defesa finalmente melhorou justamente no período sem o ala-armador em quadra e junto com grandes performances de Doncic ajudou a manter a boa campanha da equipe.
Desde o último ranking, possuem o oitavo melhor ataque e a 16ª melhor defesa da liga, com 10 vitórias e 7 derrotas.
Campanha (posição na conferência): 26-29 (9º)
Melhor aposta: Hornets para vencer a divisão (5.00)
Aqui é o contrário, a campanha total não representa o basquete da equipe. Talvez dar um zoom na campanha atual ajude: 15-7, terceira melhor em toda a NBA. Desde o último ranking, os Hornets estão 12-2, com o segundo melhor ataque da liga e, pasmem, a sexta melhor defesa. Sim, os Hornets conseguiram aplicar uma das melhores defesas da NBA ao longo de um mês inteiro.
Isso se deve muito a um fator: saúde. Finalmente a equipe conseguiu uma sequência com LaMelo Ball, Brandon Miller e Miles Bridges saudáveis. Para completar o quinteto, o rookie Kon Knueppel segue tendo a melhor temporada da história para um calouro em termos de arremesso de três e Moussa Diabaté traz muita competitividade e vigor físico para o garrafão. Inclusive, os cinco juntos possuem o melhor net rating em toda a NBA para quintetos titulares, com +27,2 pontos a cada 100 posses de bola.
Com Heat e Magic sem convencer, Charlotte pode muito bem terminar na frente dos rivais de divisão.
Campanha (posição na conferência): 34-22 (6º)
Os Timberwolves seguem instáveis. A linha média para essa temporada está acima do que foi, neste período, na temporada passada. No entanto, as oscilações seguem acontecendo e sequências de vitórias são interrompidas por derrotas quase sem explicação.
De qualquer maneira, é uma de seis equipes que possuem um ataque top 10 e uma defesa top 10. Não que seja a fórmula do sucesso na NBA, mas geralmente é um indicativo de que a equipe está pronta para competir nos playoffs, quando o nível e a intensidade sobem. Além disso, Anthony Edwards e Julius Randle estão bem na temporada e agora ganharam o reforço de Ayo Dosunmo, que pode ajudar o perímetro da equipe dos dois lados da quadra.
Campanha (posição na conferência): 35-19 (2º)
A segunda melhor campanha do Leste e o terceiro melhor net rating em toda a NBA. O Boston Celtics faz uma temporada que talvez nem o mais otimista e clubista entre os fãs poderia acreditar. O ataque é o segundo melhor da liga e a defesa vem evoluindo com o tempo, ficando na nona posição até aqui. Assim, o trabalho de Joe Mazzulla deve ser elogiado, colocando sua equipe em posição para vencer qualquer confronto.
No entanto, os Celtics possuem limites e ao enfrentar as equipes de cima de sua própria conferência têm sofrido. Até aqui são duas vitórias e cinco derrotas contra Knicks e Pistons, além de 0-1 contra San Antonio e 0-1 contra Denver. Ou seja, ao mesmo tempo que é muito disciplinada e pode contar com diversas alternativas para vencer o jogo, tende a chegar em seu teto contra os melhores competidores e claramente sente falta de uma segunda estrela, que pode chegar em breve.
Campanha (posição na conferência): 34-21 (4º)
O começo ruim coletivamente assustou, uma vez que o ataque parecia desconectado e a defesa desinteressada. Porém, os Cavaliers se encontraram em quadra mesmo sem Darius Garland e depois da chegada de James Harden ficaram invictos. Com Donovan Mitchell cada vez melhor, Jaylon Tyson aparecendo, Sam Merryl pegando fogo e a dupla de garrafão saudável, Cleveland conseguiu o melhor ataque da liga e a sexta melhor defesa do último mês.
A campanha de 15-5 desde o começo do ano é a melhor da NBA e a seta ainda aponta muito para cima.
Campanha (posição na conferência): 35-20 (3º)
Os Nuggets passaram por um mês estranho, fora do padrão. A começar que Nikola Jokic ficou de fora por diversas partidas, assim como outros titulares importantes como Aaron Gordon e Cam Johnson. Ao mesmo tempo, a equipe conseguiu ótimas vitórias e teve uma campanha positiva, com Peyton Watson se destacando. Porém, esse papo todo vale mais para o ataque do que para a defesa, que é a sétima pior em toda a liga.
Além disso, Jokic voltou mas o coletivo ainda não se ajustou. Foram três vitórias e quatro derrotas desde seu retorno, uma sequência abaixo do desempenho anterior e a pausa para o All-Star Weekend não poderia ter vindo em um momento melhor.
Campanha (posição na conferência): 35-20 (3º)
Melhor aposta: Spurs para vencer a conferência (4.40)
Depois de atingir o fundo do poço no dia 19 de janeiro após uma derrota humilhante contra os Mavericks em casa, os Knicks mudaram. A reunião entre o elenco após a partida surtiu efeito e desde então os Knicks são a equipe mais quente em toda a NBA. São dez vitórias e apenas duas derrotas, com o segundo melhor ataque e a melhor defesa de toda a liga, por muito.
Nesta sequência, a postura e a união entre os jogadores é diferente. O elenco parece muito mais disposto em quadra e algumas peças secundárias ganharam mais protagonismo, como Landry Shamet e até o recém contratado Jose Alvarado. Jalen Brunson tem menos protagonismo e abre espaço para um ataque mais coletivo, de decisões rápidas e objetivo. Os Knicks que vimos nas últimas 12 partidas são so Knicks que esperávamos com a chegada de Mike Brown, e ele não deve nada a ninguém.
Campanha (posição na conferência): 38-16 (2º)
Melhor aposta: Spurs para vencer a conferência (9.00)
O sétimo melhor ataque e a terceira melhor defesa nesta temporada, os Spurs são bons dos dois lados da quadra e se provaram uma equipe com muita casca. Além de vencer OKC quatro vezes até aqui, superaram momentos complicados de Dylan Harper e Stephon Castle, que atingiram uma “barreira” em janeiro principalmente. Além disso, sobreviveram ao período mais instável de Victor Wembanyama, que perdeu diversos jogos com lesão e ficou com restrição de minutos por outras diversas partidas.
Assim, Mitch Johnson mostra que foi a escolha certa para substituir Gregg Popovich e faz sua equipe ser física dos dois lados da quadra. Com isso, agora precisa tirar apenas dois jogos de diferença do Thunder para assumir a primeira posição da Conferência Oeste.
Campanha (posição na conferência): 42-14 (1º)
Ainda a melhor campanha da NBA em termos de aproveitamento, OKC já tem mais derrotas que o Detroit Pistons na temporada. Muito disso é explicado pelas performances ruins de Jalen Williams e por suas lesões musculares, além dos problemas físicos de Ajay Mitchell e de Shai Gilgeous-Alexander. Os três são os principais criadores de jogadas para o ataque de OKC e também impactantes defensivamente.
Dessa forma, depois de 24-1 para começar a temporada, a campanha do Thunder é de 18 vitórias e 13 derrotas, bem longe ser um equipe dominante. Além disso, desde a primeira derrota para os Spurs tem mais derrotas do que oito outras equipes da NBA. Por outro lado, ainda tem a melhor campanha da liga, junto com o quarto melhor ataque e a melhor defesa.
Campanha (posição na conferência): 40-13 (1º)
Melhor aposta: Pistons para vencer a conferência (4.50)
A equipe com menos derrotas nesta temporada da NBA é o Detroit Pistons. Comandados por J.B. Bickerstaff, o elenco de Detroit comprou a identidade física e agressiva no garrafão, dominando a área dos dois lados da quadra. E, se o ataque não é mil maravilhas, faz o necessário com Cade Cunningham e Jalen Duren, que por vezes conseguem contar com o apoio de peças secundárias como Tobias Harris, Duncan Robinson e Daniss Jenkins.
Porém, o principal destaque é a defesa impressionante, que protege o garrafão, rouba bolas e transforma defesa em ataque com rapidez. Mesmo sem volume e aproveitamento nos arremessos de três, a equipe compensa de diversas outras formas e vence a batalha física e psicológica em quase todas as partidas.