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De promessa ao fracasso! Confira as maiores decepções da história do Draft da NBA
A estrela de Duke, Cooper Flagg, deve ser selecionado na primeira posição do Draft da NBA pelo Dallas Mavericks, salvo uma grande surpresa. Considerado um talento geracional, assim como Victor Wembanyama dois anos atrás, Flagg quer deixar sua marca na liga já em sua temporada de estreia e seguir os passos de outros ex-jogadores de Duke que se tornaram All-Stars, como Jayson Tatum, Kyrie Irving e Zion Williamson.
Mas é preciso ter cautela: nem toda escolha de loteria é garantia de sucesso. A história da NBA está cheia de jogadores selecionados nas primeiras posições… que nunca corresponderam às expectativas. O The Playoffs apresenta o Top 10 dos maiores fracassos da história do Draft da NBA até hoje!
Após a saída de LeBron James para o Miami Heat, Cleveland achou que tinha encontrado um novo pilar em Bennett. Grande erro. Escolhido antes de Victor Oladipo (número 2) e Giannis Antetokounmpo (número 15), Bennett nunca se firmou na liga: apenas 4,4 pontos em 12 minutos de média ao longo de quatro temporadas, antes de desaparecer do cenário NBA em 2016-2017.
Com físico imponente (2,13 m e 124 kg), Oden prometia dominar o garrafão da NBA… até que os joelhos cederam. Em cinco temporadas, jogou apenas 105 partidas, com médias razoáveis de oito pontos e 6,2 rebotes, mas muito abaixo do esperado. Um erro ainda mais cruel por ter sido escolhido antes de Kevin Durant.
Primeiro jogador do ensino médio a ser escolhido como número 1 do Draft, Brown foi bancado por Michael Jordan… que errou feio. O pivô nunca teve o impacto esperado, apesar de uma carreira longa (12 anos). Terminou com médias de 6,6 pontos e 5,2 rebotes. Detalhe: Pau Gasol foi escolhido duas posições depois.
Em um NBA Draft que contou com Vince Carter, Dirk Nowitzki e Paul Pierce, os Clippers apostaram em Olowokandi, um pivô promissor… que decepcionou. Seu auge: 12,3 pontos e 9,1 rebotes em 2002-03. Nunca passou de jogador de rotação e encerrou a carreira na NBA pelos Celtics, em 2006-2007.
Bowie era um bom jogador, até entrou para o time dos novatos da temporada. Mas é lembrado por ter sido escolhido antes de Michael Jordan. Atormentado por lesões, teve apenas uma temporada completa em Portland — enquanto Jordan conquistava seis títulos pelos Bulls.
Selecionado entre LeBron James e Carmelo Anthony, Milicic nunca se encaixou. Ironia: os Pistons foram campeões em 2004… sem contar com ele. Seu melhor momento foi uma temporada em Minnesota com 8,8 pontos de média (2010-2011), longe do status de segundo geral.
Campeão universitário logo no primeiro ano em Louisville, Ellison tinha tudo para brilhar. Mas lesões constantes (joelho, pé) arruinaram sua trajetória. Chegou a ser eleito jogador que mais evoluiu em 1992, mas Sacramento já o havia trocado com o Washington Bullets.
Outro erro de Michael Jordan. Astro universitário em Gonzaga, Morrison nunca se adaptou à NBA. Suas falhas defensivas o colocaram no banco já no primeiro ano. Depois de uma grave lesão no joelho e uma passagem apagada pelos Lakers, terminou a carreira com médias de 7,5 pontos em 161 jogos.
Com perfil ideal de pivô defensivo — alto, ágil, intimidador —, Thabeet foi parar na G-League já no ano de estreia por falta de técnica ofensiva. Atuou por quatro times em cinco temporadas, com 2,2 pontos e 2,7 rebotes de média. Um enorme desperdício de potencial, deixou a NBA em 2015.
Por fim, com grande potencial, Fultz parecia a escolha perfeita… até perder inexplicavelmente seu arremesso após uma lesão. Um caso raro. Recuperou parte de seu jogo em Orlando, com pico de 14 pontos de média em 2022-23. Na temporada 2024-2025, esteve nos Kings: 8,8 minutos, 2,9 pontos, 41,8% de aproveitamento, 50% nas bolas de três, um rebote e 1,3 assistência em 21 jogos. E pensar que os Sixers poderiam ter escolhido Jayson Tatum, De’Aaron Fox ou Donovan Mitchell.
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