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Michael Jordan afirma que o impacto de sua imagem ultrapassa o basquete - e que novas estrelas só seguem um caminho que ele abriu
Michael Jordan mudou o jogo dentro e fora das quadras. Muito antes de a NBA se tornar um polo global de marketing esportivo, o astro transformou seu nome em símbolo, seu movimento em logotipo e sua presença em fenômeno cultural. Agora, décadas depois, ele afirma que parte do sucesso das marcas pessoais dos atletas atuais passa diretamente por sua influência.
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Em entrevista à NBC, o ícone do Chicago Bulls reforçou que sua trajetória pavimentou a rota para que superestrelas construíssem seus próprios impérios comerciais, algo impensável antes de seu domínio na década de 1990.
Michael Jordan:
— Hoop Central (@TheHoopCentral) December 3, 2025
"I'm pretty sure I'm part of the reason why everybody tries to get a logo…But the thing is, that brand was established based on what I did on the basketball court. I didn't put the brand before I put the work."
(h/t @fsh733)
pic.twitter.com/CrBKOKXc4I
Durante sua carreira, Michael Jordan entendeu que sua relevância não precisava se limitar ao desempenho esportivo. Ao criar uma imagem “maior que o basquete”, o astro inaugurou uma lógica que, hoje, se tornou regra na NBA: ter uma identidade visual própria, um logo e uma linha de produtos exclusiva.
“Agora é quase um pré-requisito, todo mundo precisa ter um logotipo. Eu sou um dos motivos pelos quais todos tentam criar um logotipo e uma marca, mas a questão é que essa marca foi construída com base no que eu fiz na quadra de basquete”, afirmou Jordan.
O impacto de Michael Jordan nos anos 90 foi estrondoso. Atletas como Allen Iverson, que chegou à liga logo após o auge de Jordan, seguiram seus passos. Com o passar dos anos, nomes como LeBron James, Stephen Curry, Kevin Durant e Kyrie Irving elevaram esse movimento ao patamar de estratégia global, com contratos que ultrapassam milhões e geram receita muito além dos salários na NBA.
Michael Jordan, porém, faz um alerta importante para a nova geração. Esse ‘branding’ sem desempenho não se sustenta. Ele reforça que sua marca nasceu do que fez em quadra – e não o contrário. “Não coloquei a marca na frente do trabalho. O trabalho veio primeiro, e a marca evoluiu depois disso”, destacou.
Embora reconheça que craques como Curry e Durant tenham conquistado esse direito, MJ também aponta que alguns jogadores ainda buscam status antes de consolidar impacto esportivo. LaMelo Ball, Klay Thompson e Ja Morant são exemplos de atletas que já possuem suas próprias linhas, mesmo que estejam em diferentes estágios de carreira e nunca, de fato, tenham alcançado o verdadeiro nível de super estrela em suas carreiras.

O logotipo icônico de Michael Jordan virou símbolo de excelência, mas, para ele, nada supera o que fez com a bola nas mãos. “Quero acreditar que as pessoas vão lembrar de mim pelo que realizei no basquete, e não só pelos comerciais”, disse. Sua visão é quase um conselho aos novatos que sonham em repetir sua influência cultural: o jogo vem antes da marca – sempre.
Ao final, Michael Jordan reforça que o verdadeiro legado está no esporte, sempre. As marcas surgem para celebrar o que LeBron, Curry, Durant e tantos outros constroem dentro de quadra. Elas ampliam a história, mas não a definem. E foi exatamente assim que Jordan se tornou o maior de todos os tempos.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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