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LeBron, aos 41 anos, vive novo pico de eficiência, impulsiona sequência de vitórias e afirma que Lakers devem se moldar ao seu astro esloveno
O Los Angeles Lakers vive um momento de retomada convincente neste início de 2026, e tudo começa com LeBron James. Mesmo aos 41 anos, o astro voltou a elevar seu nível de jogo em meio a uma temporada repleta de desafios físicos, respondendo com atuações dominantes e sequências de 30 pontos que desafiam qualquer lógica sobre envelhecimento na NBA.
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Porém, se a explosão ofensiva impressiona, a postura de liderança impressiona ainda mais: LeBron reafirmou que Luka Doncic é o centro do projeto dos Lakers – e que o time inteiro deve se adaptar ao talento e às necessidades do esloveno.
“Luka não precisa mudar o jogo dele (para mim). Ele é o cara da nossa franquia, neste time. Ele não precisa mudar o jogo dele. Cabe a nós adaptar o nosso jogo a ele e descobrir como fazer isso. Nós apenas tentamos ser dinâmicos e trabalhar em conjunto com ele”, afirmou o King James, sobre Doncic.
"He does it all the time, there's not one shot on the floor we don't think he can make… we know he's Luka Magic for a reason."
— NBA (@NBA) January 7, 2026
LeBron James on Luka Dončić's WILD shot tonight!
The duo combines for 60 as the @Lakers win their third straight 👏 pic.twitter.com/WOP0kn2Vak
Após anotar 30 pontos na vitória por 111 a 103 sobre o New Orleans Pelicans na terça-feira (6), LeBron deixou claro que não espera que Doncic modifique seu jogo para encaixar a dupla. Para ele, o caminho é inverso. Em uma liga em que estrelas muitas vezes medem protagonismo, a declaração reforça não apenas maturidade como também compreensão de dinâmica coletiva.
Enquanto Luka segue ostentando atuações de elite – como os 30 pontos na mesma partida – LeBron tem sido igualmente decisivo. Depois de um início lento, marcado por dores e limitação física decorrentes da lesão que o tirou do primeiro mês da temporada, o veterano reencontrou sua melhor versão.
Dessa forma, após ‘engrenar’ na temporada, nos últimos 12 jogos, ele ultrapassou os 25 pontos em sete oportunidades e, na atual sequência de três vitórias, soma médias de 29 pontos com incríveis 58,8% de aproveitamento.
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Contra os Pelicans, liderou a virada no início do último quarto com duas bolas de três e um passe espetacular para Jarred Vanderbilt, transformando um déficit de sete pontos em energia renovada. Luka completou o serviço, com direito a um arremesso de três improvável enquanto caía para fora da quadra. A química entre os dois cresce visivelmente, e a dupla soma dois jogos com 30+ pontos para cada em apenas três partidas recentes.

Por sua vez, o técnico JJ Redick tem abraçado a ideia de administrar LeBron com precisão cirúrgica. Em sua metáfora, LeBron é como um “Greg Maddux no fim da carreira” – sempre encontrando maneiras de vencer, mesmo quando não está com seu arsenal completo. A comparação coloca LeBron como Maddux, um dos pitchers mais eficientes, meticulosos e puramente técnicos da história da MLB.
Enquanto isso, o treinador revela conversas frequentes sobre como o astro se sente fisicamente e qual a melhor forma de utilizá-lo em cada noite, alternando entre puxar jogadas, descansar em momentos exatos ou atacar mismatches específicos.
A parceria é tão fluida que, vez ou outra, o próprio LeBron simplesmente ignora o plano e assume o comando – algo que Redick encara com naturalidade. A comunicação, segundo o técnico, é fundamental para maximizar o impacto de um jogador que redefiniu o conceito de longevidade esportiva.
Mesmo embalado no momento com os Lakers, LeBron mantém os pés no chão. Questionado sobre sua disponibilidade para o segundo jogo de um back-to-back, brincou com a sinceridade habitual: “Todo back-to-back tenho status indeterminado. Tenho 41 anos e os minutos mais altos da história da NBA”.
A resposta resume bem o momento: LeBron segue sendo extraordinário, mas com inteligência, gestão e foco no coletivo. E enquanto ele e Luka estiverem saudáveis, os Lakers permanecem perigosos — e em ascensão.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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