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Knicks-Magic: Orlando vence com lesão de Banchero e Brunson

Gustavo Assef

Confronto Knicks-Magic viu um ataque solto o objetivo de Orlando, enquanto Nova York forçava jogadas individuais e pouco fazia

Na noite desta quarta-feira (12), o Orlando Magic (6-6) visitou o Madison Square Garden e saiu com a vitória contra o New York Knicks (7-4). Isso porque a franquia de Orlando imprimiu um um ataque decidido, de rápidas escolhas e de muita infiltração, gerando múltiplos arremessos livres. Além disso, o confronto Knicks-Magic foi decidido também do outro lado da bola, onde a equipe de Nova York forçou jogadas no mano a mano. Assim, 124 a 107 para o Magic.

No entanto, o destaque negativo para a partida vem para as duas lesões, uma em cada estrela. Do lado do Magic, Paolo Banchero deixou a partida ainda no início do segundo quarto com um estiramento muscular. Já para os Knicks, Jalen Brunson torceu o tornozelo no final da partida e foi para o vestiário, com a partida já decidida.

Knicks-Magic: resumo da partida

“Se eu fosse você 3” aconteceu e a gente nem sabia

A brincadeira com a série de filmes faz sentido porque as equipes pareciam invertidas em quadra. Isso porque o Orlando Magic era a equipe que movimentava a bola e tinha um ataque envolvente, enquanto os Knicks forçavam jogadas individuais o tempo todo. Dessa forma, os visitantes conseguiam penetrar na defesa e agredir o garrafão, pontuando por lá ou encontrando um companheiro livre no perímetro após a defesa colapsar para defender o aro.

Mesmo com um aproveitamento ruim nesses arremessos, a equipe era muito consistente no que fazia, com decisões rápidas e precisas. Naturalmente, a bola começou a cair e a vantagem começou a subir. Do outro lado, os Knicks tinham Brunson muito inspirado no primeiro quarto. No entanto, o ataque era preguiçoso e olhava o armador jogar. Quando a bola não caia ou quando tentava alguma coisa diferente, sempre acaba em turnover ou arremesso desesperado. No final do primeiro quarto, 30 a 23 Magic.

No entanto, Brunson não apareceu no segundo período e a coisa complicou para os mandantes. Por outro lado, Franz Wagner tomou o controle das ações para os visitantes e colocou a partida debaixo do braço. Com o alemão quente e com a “ajuda” dos Knicks, que tinham nove turnovers para cinco assistências no meio do período, o Magic abriu 20 pontos de vantagem e foi para os vestiários vencendo por 62 a 42.

Um segundo tempo diferente para Knicks-Magic, mas nem tanto…

O terceiro quarto foi um pouco diferente pois os Knicks melhoraram no ataque, principalmente por coadjuvantes como Josh Hart e Landry Shamet aparecerem. Porém, o ataque de Orlando continuou com o pé no acelerador e seguiu punindo Nova York, que agora tentava marcação dupla em pick and rolls e sofria com a rápida e precisa movimentação de bola dos adversários. Com isso, ao final do quarto o placar era de 91 a 73.

Além disso, o último quarto parecia diferente, até que não foi. Sem Wagner no banco e Bane com dificuldades nos arremessos, o ataque de Orlando parou na partida e devagar os Knicks foram chegando. Foi neste momento que Karl-Anthony Towns teve seu brilho na partida, quando fez cinco pontos seguidos depois de ser dominado por Wendell Carter Jr. na partida. Em seguida, Brunson voltou a aparecer e a equipe da casa baixou a diferença para 100 a 91.

Jalen Suggs voltou para a quadra e matou uma de três logo na sequência. Mais do que isso, quem também voltou foi Wagner, que conseguiu ir para a linha do lance livre repetidas vezes e acalmar os ânimos do Madison Square Garden. Porém, o mais importante foi Anthony Black. O armador reserva foi fundamental na defesa forçando erros e no ataque, onde teve nove pontos no último período e sempre aparecia para Orlando.

Com os três voltando bem, o Magic retomou o controle da partida, abriu nova vantagem e venceu por 124 a 107.

Knicks-Magic: números e estatísticas

De maneira geral, as equipes tiveram números bastante parecidos em todas as marcas, com pequenas vantagens para Orlando. No entanto, os visitantes cobraram e acertaram dez lances livres a mais, além de converter uma bola de três a mais e pontuar uma cesta a mais no garrafão.

Individualmente, destaque para Wagner, que terminou como cestinha para o Magic com 28 pontos, além dos 9 rebotes e das 4 assistências. Já Desmond Bane teve uma ótima partida como organizador do ataque e terminou com 22 pontos e 8 assistências, enquanto Anthony Black chegou com 17 pontos do banco.

Por outro lado, o melhor jogador dos Knicks foi novamente Brunson. O armador terminou a partida com 31 pontos e 6 assistências, apesar no aproveitamento não tão bom. Já Towns terminou com bons números, mas teve pouco impacto: 15 pontos e 12 rebotes. Depois disso, o Knick com mais pontos foi Landry Shamet, com 11 apenas.

Knicks-Magic: próximos jogos

Ambas as equipes permanecem em Nova York. De um lado, o Magic enfrenta o Brooklyn Nets nesta sexta-feira (14). Por outro lado, os Knicks recebem o Miami Heat no mesmo dia.

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Jornalista em formação, apaixonado por música e por esportes, principalmente os americanos. Torcedor do Boston Celtics, do Boston Red Sox e fanático pelo Pittsburgh Steelers. No futebol, sofre pelo São Paulo.

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