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Após nova atuação abaixo do esperado, Knicks são dominado pelos Pistons, ampliando sequência negativa e questionamentos internos
O que acontece com o New York Knicks após o título da NBA Cup? No que prometia ser um confronto de alto nível entre duas das principais forças do Leste, acabou sendo um novo choque de realidade para os Knicks. Na noite de segunda-feira (5), em Detroit, New York foi atropelado pelos Pistons por 121 a 90, sofreu sua quarta derrota consecutiva e deixou a quadra do Little Caesars Arena, visivelmente, em busca de respostas.
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A partida marcou um contraste absoluto com a intensa série de primeira rodada dos playoffs do último ano entre as equipes. Desta vez, não houve equilíbrio, nem margem para reação. Desde os primeiros minutos, os Pistons impuseram intensidade física, controle emocional e domínio coletivo, enquanto os Knicks mostraram fragilidade em praticamente todos os aspectos do jogo.
🏀 MONDAY'S FINAL SCORES 🏀
— NBA (@NBA) January 6, 2026
Cade Cunningham leads the way for the @DetroitPistons in their home win over the Knicks!
Javonte Green: 17 PTS, 3 STL, 4 3PM
Jaden Ivey: 16 PTS
Daniss Jenkins: 12 PTS, 4 AST, 2 BLK pic.twitter.com/K2ei9wSmRK
Após o jogo, Jalen Brunson adotou um discurso curto, direto e revelador. O armador liderou os Knicks com 25 pontos, mas terminou sem nenhuma assistência e com seis turnovers, número que dividiu com Karl-Anthony Towns. Para Brunson, o momento exige mais do que ajustes pontuais.
Sem entrar em detalhes, o craque deixou clara sua visão sobre o momento. Além disso, quando qestionado sobre conversas internas no vestiário dos Knicks, ele confirmou que houve diálogo, mas deixou claro que o foco é reação imediata.
“Muita coisa precisa ser resolvida. Precisamos reagir. Há muito mais a ser dito. Mantemos isso em privado, Se quisermos ser o time que dizemos querer ser, precisamos ser melhores, simples assim”, afirmou Brunson, sem pestanejar.
Towns, por sua vez, reconheceu que é quem mais precisa se adaptar ao novo comando técnico de Mike Brown. Atuando apenas 23 minutos e com um preocupante saldo de -27, o pivô foi direto ao avaliar a fase da equipe. “É um péssimo momento para jogar tão mal. Não dá para aceitar isso agora”, pontuou KAT.

O desempenho defensivo dos Knicks virou motivo central de preocupação. Sem Josh Hart, a equipe perdeu intensidade no perímetro e passou de um time mediano para um alvo constante dos adversários. Nos últimos jogos, sofreu 130 pontos dos 76ers, 134 dos Spurs e agora mais de 120 dos Pistons.
Mike Brown não escondeu a frustração. “Eles, simplesmente, nos dominaram fisicamente”, disse o treinador, recusando-se a usar o desgaste do calendário como justificativa. Detroit, vale lembrar, vinha de jogo fora de casa no dia anterior e ainda assim controlou totalmente a partida.
Os números escancaram o problema: os Pistons venceram os rebotes por 44 a 30 e acertaram mais de 50% dos arremessos, tanto do perímetro quanto do garrafão.
Mesmo com campanha sólida de 23-13, muito próxima à do mesmo período da última temporada, os Knicks viram o Boston Celtics ultrapassá-los na tabela. O momento ganha peso extra após o dono da franquia, James Dolan, afirmar publicamente que espera ver o time nas Finais da NBA.
Em quadra, porém, a atuação foi tudo menos digna de um candidato ao título. Cade Cunningham comandou Detroit com 29 pontos e 13 assistências, recebendo gritos de “MVP” da torcida local. Para os Knicks, a mensagem é clara – o talento existe, mas sem ajustes defensivos, união e resposta rápida, a promessa de grandeza pode se transformar em frustração.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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