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Veterano Kevin Love aponta limitações impostas pelas novas regras e questiona a possibilidade do OKC Thunder manter seu núcleo campeão intacto
O desabafo de Kevin Love quanto às regras salariais da NBA ganhou destaque imediato nesta quarta-feira (7). Em sua 18ª temporada na liga, o ala-pivô do Utah Jazz já viveu praticamente tudo em sua histórica e longeva carreira, desde títulos a reconstruções completas.
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Mesmo assim, segundo ele, nada se compara ao impacto negativo das rígidas regras do apronte salarial implementadas recentemente. Durante participação no podcast The Old Man and The Three, Love foi direto ao ponto, afirmando que os aprontes estão “bagunçando o jogo”.
Kevin Love sounds off on the players union who created the Apron Rules 😳
— Heat Central (@HeatCulture13) January 6, 2026
“I’ll tell you what’s really f*cking stupid, these Aprons are f*cking with the game. That’s on our side, they know exactly who they are that did it… You’re telling me OKC can’t keep those 3 guys together… https://t.co/PsMeL5aSGC pic.twitter.com/qfTY6nl2mf
A crítica de Love tomou forma ao citar o Oklahoma City Thunder como exemplo de um sistema que, segundo ele, penaliza equipes que fazem tudo certo. A franquia, atual campeã da NBA, construiu um trio de estrelas – Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren – de maneira exemplar, apostando em desenvolvimento, paciência e escolhas bem feitas no Draft. Mesmo assim, Kevin Love acredita que as novas regras podem impedir que o Thunder mantenha o grupo unido no médio prazo.
Kevin Love afirmou que não consegue aceitar a ideia de que Oklahoma City possa perder um de seus pilares simplesmente por questões do segundo apron. A regra, que restringe drasticamente transações, movimentos contratuais e a flexibilidade financeira de equipes acima desse limite, foi classificada por Love como “estúpida” e “injusta”.
“Então, fazer boas escolhas no draft e construir um time da melhor maneira possível, você não pode manter os times juntos? Eles têm algo especial ali, e o fato de esse time não poder permanecer unido por causa dessas regras. São jogadores da casa, eles trabalharam duro, fizeram a devida diligência para recrutar esses caras”, criticou Kevin Love.
Para ele, a maior incoerência está em punir uma franquia que fez tudo dentro do processo ideal da NBA: desenvolver talentos internamente, manter estabilidade e investir no elenco certo. Com os três jogadores renovados por contratos máximos após o título de 2025, a pressão sobre o teto salarial aumentará significativamente já em 2026. E, segundo Love, isso vai contra a lógica de competitividade sustentável.
Além de pensar nos astros, Kevin Love destacou que o efeito do apronte também prejudica jogadores experientes como ele. Com as equipes limitadas financeiramente, assinar veteranos acima do mínimo pode se tornar inviável, impactando a profundidade dos elencos e reduzindo a presença de jogadores mais experientes no vestiário – algo que muitos times valorizam intensamente durante playoffs e momentos de pressão.
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Love explicou que, mesmo estando “levemente acima do mínimo”, seu tipo de contrato pode representar um peso desnecessário dentro das novas regras. Ele acredita que isso desestimula equipes a buscarem veteranos de contribuição sólida, afetando a qualidade do jogo e a diversidade de estilos no elenco.
O comentário de Kevin Love ecoa entre executivos, atletas e analistas que já veem um impacto considerável do novo acordo coletivo sobre a longevidade de núcleos campeões. Se o Thunder tivesse apostado em contratações externas caras, talvez a crítica fosse menor. Mas o fato de as principais peças serem desenvolvidas em casa expõe um ponto sensível para toda a liga.
A discussão está longe de terminar, e a NBA ainda avalia ajustes para equilibrar competitividade e sustentabilidade financeira. Contudo, a fala de Kevin Love reforça a urgência do debate – especialmente para franquias que, como Oklahoma City, fizeram tudo “do jeito certo” e agora correm o risco de pagar o preço por isso.

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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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