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Ala dos Celtics afirmou que o comandante ficou feliz com a situação, assim como com a perda do prêmio de MVP das finais
Durante o media day do Boston Celtics, nesta terça-feira (24), Jayson Tatum deu uma declaração inusitada ao falar sobre sua experiência na offseason, em especial em relação ao fato de não ter vencido o prêmio de MVP das finais e à disputa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. De acordo com o camisa 0, seu treinador, Joe Mazzulla, se mostrou alegre pelas situações adversas enfrentadas por ele.
“Eu converso muito com o Joe. Joe é, provavelmente, a pessoa mais feliz do mundo por eu não ter vencido o prêmio de MVP e por ter não ter jogado em duas partidas das Olimpíadas. Isso soa estranho, mas, se você conhece Joe, faz todo sentido”, disse Tatum.
Um dos grandes frasistas da NBA nos últimos anos, Mazzulla já mostrou sua excentricidade em algumas ocasiões, como quando comparou a temporada de defesa do título dos Celtics à situações rotineiras do reino animal.
Já o ala dos Celtics, por sua vez, se tornou apenas o sexto jogador da história da liga a liderar uma equipe em pontos, rebotes e assistências durante os playoffs e não vencer o prêmio de MVP das finais, que ficou nas mãos do companheiro Jaylen Brown.
Chegando à França como recém-campeão, Jayson Tatum era cotado para a titularidade no estrelado elenco norte americano, comandado por Steve Kerr, treinador do Golden State Warriors. Na prática, contudo, as expectativas foram quebradas.
O jogador ficou fora das duas partidas contra a Sérvia, sendo uma válida pela semifinal. Na decisão do ouro, contra a seleção dona da casa, ele atuou por 11 minutos, marcando dois pontos e coletando dois rebotes. O camisa 0, em especial, sofreu com o aproveitamento de arremessos, terminando o torneio sem nenhuma bola de três anotada, e com apenas 38% nos arremessos de quadra.
De acordo com Jay King, do The Athletic, Tatum afirmou que está trabalhando, ao longo da offseason, com o treinador especializado em arremessos Drew Hanlen, buscando melhorar “algumas questões sobre a mecânica”. O jogador também ressaltou o sentimento de felicidade por voltar para os Estados Unidos com a medalha de ouro, apesar da pouca minutagem.
“Eu acredito na máxima de que tudo acontece por uma razão. Mas, foi uma boa experiência. Nós ganhamos a medalha de ouro”, concluiu o ala.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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