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Recém-adquirido pelo Utah Jazz, craque Jaren Jackson Jr passará por cirurgia no joelho esquerdo e só deve jogar novamente na próxima temporada
O ala-pivô Jaren Jackson Jr, recentemente adquirido em uma mega troca pelo Utah Jazz, não deve jogar mais pelo restante da temporada 2025-26 da NBA. A informação é do jornalista Chris Haynes, insider do Amazon Prime Video nos Estados Unidos. De acordo com a apuração, o craque passará por uma cirurgia de reparação no seu joelho esquerdo e o Jazz deve optar por uma recuperação plena e sem pressa para a próxima campanha.
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Dessa forma, o início da passagem de Jaren Jackson Jr pelo Utah Jazz é curto, inesperado e, acima de tudo, frustrante. Menos de dez dias após a troca concretizada no início de fevereiro, a franquia confirmou que o desligamento do ala-pivô pelo restante desta jornada.
A lesão foi identificada após exames mais aprofundados, quando o Jazz detectou um crescimento do tipo PVNS (Sinovite Vilonodular Pigmentada) no joelho do jogador. Embora benigno, o problema é considerado agressivo e exige intervenção cirúrgica, o que inviabilizou qualquer tentativa de retorno em 2026. Assim, o plano esportivo desenhado por Utah, a princípio, sofreu um freio imediato.
BREAKING: Utah Jazz star Jaren Jackson Jr. is likely to miss the remainder of the season to undergo surgery on his left knee to ensure his longterm health after a localized PVNS growth was discovered post trade, league sources tell me. pic.twitter.com/pHeJT8NphE
— Chris Haynes (@ChrisBHaynes) February 12, 2026
O PVNS, apesar de não ser cancerígeno, pode causar danos significativos se não tratado rapidamente. Por isso, a decisão de submeter Jaren Jackson Jr à cirurgia foi considerada inevitável. O jogador havia atuado em apenas três partidas pelo Jazz antes de ser afastado definitivamente, sem tempo para criar qualquer tipo de impacto real em quadra.
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Antes da troca, Jackson vinha de mais uma temporada sólida pelo Memphis Grizzlies. Seus números – 19,4 pontos e 5,7 rebotes por jogo – não contam toda a história. Ex-Defensive Player of the Year, ele segue sendo um dos defensores mais versáteis da liga, capaz de proteger o aro e marcar múltiplas posições. Sua ausência, portanto, pesa não apenas no ataque, mas principalmente na identidade defensiva que Utah buscava construir.
A decisão de adquirir Jaren Jackson Jr já havia causado surpresa no mercado. Com campanha negativa e distante da briga por playoffs, o Jazz parecia mais focado em preservar sua escolha de primeira rodada de 2026, que só ficaria com o time caso a seleção fosse dentro do top 8 do Draft. Trazer um jogador do calibre de Jackson, em teoria, aumentaria o número de vitórias e contrariaria essa estratégia.
Com a cirurgia e o afastamento do ala-pivô, esse dilema praticamente desaparece. Ainda assim, o momento da operação pode gerar algum tipo de observação por parte da liga, especialmente após a multa aplicada ao Jazz na última temporada por segurar Lauri Markkanen fora de jogos. Neste caso, porém, a natureza médica do problema tende a afastar qualquer sanção adicional.

Pensando adiante, a troca por Jaren Jackson Jr segue fazendo sentido no papel. Caso retorne saudável, Utah pode montar um frontcourt interessante ao lado de Markkanen e Walker Kessler, se o pivô renovar contrato. Trata-se de um trio com tamanho, mobilidade e potencial defensivo – e também ofensivo – relevante dentro da Conferência Oeste.
Ainda assim, a realidade recente da franquia impõe cautela. O Jazz não termina acima da 12ª posição no Oeste há três temporadas, e a expectativa de uma virada rápida segue distante. Com Jackson fora, o time deve novamente fechar o ano entre os últimos colocados, adiando qualquer ambição maior.
No fim das contas, a chegada de Jaren Jackson Jr permanece como uma aposta de médio prazo. O desafio agora é garantir sua recuperação plena e, sobretudo, alinhar saúde, desenvolvimento e planejamento esportivo para que o investimento realmente valha a pena.
Matéria atulizada às 14h22 de Brasília*
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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