Disputando seu último torneio internacional no EuroBasket 2025, italiano Danilo Gallinari confirmou estar nos últimos momentos da carreira
Foto: Dale Zanine-USA TODAY Sports
Aos 36 anos, Danilo Gallinari confirmou que o EuroBasket 2025 será sua última participação com a seleção italiana. Bem como, o ícone do basquete europeu e veterano da NBA retorna ao time nacional para um torneio carregado de simbolismo, com sua despedida oficial após quase duas décadas defendendo a Azzurra.
Curiosamente, Danilo Gallinari chega para este último desafio em clima de celebração. Pela primeira vez em sua longa carreira, ele conquistou um título coletivo, levantando o troféu da liga porto-riquenha com o Vaqueros de Bayamón. Mais do que uma conquista tardia, o título simboliza a resiliência que é marca de sua jornada. Ele chegou a atuar 35 minutos por jogo na fase decisiva, mostrando que ainda tinha gasolina no tanque.
“Ganhar foi fantástico. A experiência em Porto Rico foi de altíssimo nível, jogos intensos e ritmo parecido com a NBA. Recebi até uma proposta de contrato de cinco anos, mas, pela minha idade, não seria realista”, disse Gallo ao Corriere dello Sport, mostrando gratidão.
Danilo Gallinari wins his first professional championship with Puerto Rico and is named Finals MVP —
Dessa forma, muitos torcedores italianos ainda sonham em vê-lo de volta ao clube que o revelou para a NBA, o Olimpia Milano. Porém, Gallinari tratou de esfriar as expectativas: “Voltar à Europa e a Milão? É um sonho, mas muito difícil. Quanto mais o tempo passa, menos provável se torna”.
O jogador também já começa a vislumbrar o pós-carreira. Apesar da experiência dentro de quadra, treinar não está nos planos. Enquanto ele tem um irmão assistente técnico dos Pistons, ‘Gallo’ se enxerga em outro papel. De acordo com o próprio atleta, ele já até fez cursos para trabalhar como diretor, podendo procurar uma vaga específica tanto na NBA como na Europa em breve.
Entre títulos e despedidas, Danilo Gallinari enxerga no EuroBasket 2025 a oportunidade perfeita para encerrar sua história na seleção italiana. Um torneio que pode coroar uma trajetória marcada por talento, liderança e dedicação à camisa da Azzurra.
Por fim, em sua carreira na NBA por Knicks, Nuggets, Clippers, Hawks e outras equipes, o ala italiano teve médias por jogo de 14,9 pontos e 4,7 rebotes em 777 partidas entre 2008 e 2024.
Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.