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Camisa de estreia de Cooper Flagg bate recorde milionário e reforça expectativa em torno do novo talento da liga
Antes mesmo de acumular temporadas completas na liga, Cooper Flagg já entrou para a história da NBA – ainda que fora das quadras. A camisa utilizada por ele em sua estreia oficial foi leiloada por impressionantes US$ 1 milhão, tornando-se a mais valiosa já vendida diretamente pela própria liga e superando o recorde anterior que Victor Wembanyama, que teve sua camisa de estreia vendida por US$ 762 mil.
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O número não é apenas simbólico. Ele posiciona Flagg no centro de uma nova era de valorização de memorabilia esportiva e evidencia o tamanho da expectativa que o cerca desde os tempos de prospecto, ainda no high school e posteriormente, no College. Em um cenário cada vez mais orientado por narrativa e marketing global, o jovem do Dallas Mavericks mostrou que seu impacto vai além das estatísticas, antes mesmo de completar seu primeiro ano na maior liga de basquete do planeta.
Cooper Flagg's jersey from his first regular-season game sold for $1M, a new record 💰 pic.twitter.com/t1oHcNDzSJ
— NBA on ESPN (@ESPNNBA) February 19, 2026
O recorde foi impulsionado por um detalhe específico implementado recentemente pela NBA: todos os calouros passaram a utilizar um patch dourado em suas camisas na partida de estreia, identificando aquele uniforme como peça única e histórica. No caso de Cooper Flagg, o efeito foi imediato no mercado de colecionadores.
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O valor superou com folga o antigo recorde, que pertencia a Victor Wembanyama. A diferença reforça a percepção de que Flagg já se tornou um dos ativos mais valiosos da nova geração, mesmo estando nos primeiros passos da carreira profissional.
Natural do pequenino estado americano de Maine, ele sempre carregou projeções elevadas ao longo de seu desenvolvimento como adolescente. Atualmente, ele é amplamente visto por analistas como o potencial rosto do basquete norte-americano nos próximos anos, com capacidade de liderar tanto a franquia dos Mavericks quanto a seleção dos Estados Unidos em ciclos olímpicos futuros.
A NBA vive um período marcado por escolhas número um altamente badaladas. Nos últimos anos, talentos como Anthony Edwards, Paolo Banchero e Cade Cunningham também chegaram cercados de expectativa. Ainda assim, poucos estrearam sob tanta atenção quanto Cooper Flagg e Wembanyama.
Dentro de quadra, o francês já possui trajetória mais consolidada, incluindo medalha olímpica com a França. Flagg, por sua vez, ainda constrói sua identidade competitiva, mas agora soma um feito comercial que o coloca em posição de destaque imediato logo em seu primeiro ano como jogador profissional.

A coincidência de ambos atuarem no Texas adiciona combustível a uma rivalidade que pode se estender por muitos anos. Cooper Flagg desponta como possível representante dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de 2028, enquanto Wembanyama já provou seu valor no cenário internacional com a França.
Vistos como ‘rosto da franquia’ nos Mavericks e Spurs, eles prometem uma rivalidade digna entre as duas forças do Oeste nos próximos anos, tal qual no começo do século com Dirk Nowitzki e Tim Duncan. Neste ano, Flagg já possui médias por jogo acima dos 20 pontos, com 6,5 rebotes e 4,1 assistências. Atualmente, ele está lesionado.
Se o leilão milionário é indicativo do que está por vir, o jovem ala já começa sua jornada com status diferenciado. O desafio, agora, é transformar o entusiasmo do mercado em consistência dentro de quadra – consolidando um legado que vá muito além de um simples uniforme histórico.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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