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Mesmo com atuação histórica de Cooper Flagg, Utah cresce na prorrogação e vence Dallas em duelo ofensivo eletrizante
A segunda-feira (15) da NBA entregou um espetáculo ofensivo daqueles que justificam atenção máxima dos fãs – além da melhor performance da carreira do calouro Cooper Flagg. Em Salt Lake City, o Utah Jazz venceu o Dallas Mavericks por 140 a 133 na prorrogação, em um jogo marcado por arremessos difíceis, ritmo acelerado e uma performance histórica de Flagg, que anotou 42 pontos – recorde pessoal e marca inédita para um jogador de 18 anos na liga.
Apesar do brilho do calouro, Dallas não conseguiu sustentar a vantagem construída no quarto período e acabou sucumbindo à intensidade do Jazz no tempo extra. Keyonte George e Lauri Markkanen foram decisivos, enquanto Utah mostrou profundidade e personalidade nos momentos finais.
COOPER FLAGG SCORES THE MOST POINTS EVER BY AN 18-YEAR-OLD IN NBA HISTORY!!!
— NBA (@NBA) December 16, 2025
42 PTS (career high)
7 REB
6 AST
2 BLK pic.twitter.com/oCXzgiKiG7
A atuação de Cooper Flagg entrou imediatamente para os livros de recordes. Com 42 pontos, o calouro se tornou o primeiro jogador de 18 anos na história da NBA a ultrapassar a marca de 40 pontos em uma partida. Além disso, ele igualou Mark Aguirre como o novato com mais pontos em um jogo na história dos Mavericks.
+ Lauri Markkanen vive auge e muda cenário do Jazz no mercado da NBA
O desempenho coroou uma sequência impressionante. Nas últimas sete partidas, Cooper Flagg tem média de 25,7 pontos, evidenciando uma adaptação acelerada ao nível profissional. Contra o Jazz, ele pontuou em todos os níveis: ataques agressivos à cesta, arremessos de média distância e presença constante na linha do lance livre.
Mesmo nos minutos finais, quando a pressão aumentou, Cooper Flagg chamou a responsabilidade. Ele converteu uma cesta com falta nos segundos derradeiros do tempo regulamentar e ainda teve a chance de empatar o jogo, mas o lance livre desperdiçado acabou sendo decisivo.
George's 37 + Markkanen's 33 = @utahjazz W!
— NBA (@NBA) December 16, 2025
Utah secures the OT WIN over Dallas 🎶 pic.twitter.com/yHh9rjjKOU
Dallas parecia no controle ao abrir boa vantagem no quarto período. No entanto, o Jazz respondeu com uma corrida de 11 pontos consecutivos, virando completamente o clima da arena. Isaiah Collier fechou a sequência com uma infiltração decisiva, reacendendo Utah na partida.
Keyonte George, que já vinha de um jogo de 39 pontos contra Memphis, manteve o embalo. Ele terminou com 37 pontos e abriu a prorrogação anotando os cinco primeiros do período extra. Lauri Markkanen, por sua vez, contribuiu com 33 pontos e mostrou frieza em arremessos contestados.
O pivô segundanista Kyle Filipowski foi outro nome-chave. Dos seus 25 pontos, 16 vieram no quarto período e na prorrogação, simbolizando a aposta do Jazz em uma rotação mais jovem e energética.

O jogo também foi marcado por ausências importantes. Utah poupou Jusuf Nurkic, enquanto Dallas não contou com Anthony Davis, fora por conta de mais uma contusão muscular. Ainda assim, o nível técnico permaneceu alto, especialmente pela eficiência ofensiva das duas equipes.
Na prorrogação, porém, a diferença foi clara. Os Mavericks acertaram apenas 1 de 9 arremessos, enquanto o Jazz executou melhor, correu a quadra e castigou os erros do adversário. Para Dallas, a derrota não apaga o momento positivo recente, mas deixa um alerta sobre fechamento de jogos e a problemática tônica de toda a temporada até o momento.
Já para o Jazz, a vitória reforça a confiança em jovens talentos e na capacidade de competir mesmo em cenários adversos. Quanto a Cooper Flagg, mesmo na derrota, a mensagem foi clara: o futuro já chegou – e ele está cada vez mais pronto para ser protagonista agora.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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