Bradley Beal não perdeu tempo para encontrar sua nova casa na NBA. O ala-armador acertou com o Los Angeles Clippers imediatamente depois de rescindir com o Phoenix Suns. Depois de uma passagem difícil pelo Arizona, ele espera reencontrar seu melhor basquete na Califórnia. Esse sentimento é compartilhado por seu empresário, que fez um alerta à franquia.
“Se você tem Brad Beal no seu time, você tem que deixar ele ser Brad Beal. Caso contrário, não faz sentido e você não vai ter a melhor versão dele. Eu acho que ele vai conseguir isso (ser ele mesmo) nos Clippers”, disse Mark Bartelstein em entrevista a Mark Medina, do SportsKeeda.
Durante a sua estadia nos Suns, Beal teve que, por vezes, desempenhar funções que ele não estava tão acostumado. Compondo um trio de peso que contava ainda com Devin Booker e Kevin Durant, funcionou como um armador em diferentes tentativas de esquemas ofensivos que envolveram os nomes mencionados.
Em dois anos com Phoenix, o jogador registrou médias de 17,6 pontos, 4,3 assistências e 3,8 rebotes, acertando 40,7% de seus arremessos do perímetro. Apesar disso, esteve presente em exatos 53 jogos em cada uma das campanhas, perdendo um total de 58 compromissos.
Clippers confiam em talento ofensivo de Beal
Agora, Beal quer virar a página e desempenhar seu melhor basquete com a camisa dos Clippers. A franquia fez grandes esforços pela chegada do ala-armador, principalmente após a troca que levou Norman Powell ao Miami Heat. Titular incontestável dos angelinos na última temporada, Powell flertou até mesmo com sua primeira seleção para o All-Star Game.
Beal, por sua vez, já coleciona três em sua carreira. Ele deve ser, desde os primeiros dias no novo time, um desafogo importante para o ataque de L.A. Anteriormente, o sistema ofensivo do treinador Ty Lue contava, basicamente, com James Harden como principal criador de jogadas para si mesmo e para os companheiros.
O atleta, por sinal, viveu seus melhores dias na liga ao lado de outro armador de grande destaque. Dessa forma, formou uma grande dupla com o ex-companheiro John Wall, nos tempos de Washington Wizards. Já na reta final de sua passagem, acabou recompensado com um contrato que carregava uma cláusula que o permitia vetar qualquer tipo de troca em que estivesse envolvido.
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