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Dispensado pelo Toronto Raptors, veterano confirmou decisão nesta sexta
Nesta sexta-feira (13), o armador Chris Paul anunciou, oficialmente, a sua aposentadoria do basquete profissional. Após 21 anos marcantes na NBA, o jogador informou os fãs da decisão através de seus perfis oficiais nas redes sociais, poucos minutos depois de ter sido dispensado pelo Toronto Raptors, equipe que acabou sendo trocado ao longo do trade deadline.
A princípio, a expectativa era de que o veterano continuasse buscando uma nova casa para completar a última temporada da carreira. Logo após a chegada ao Los Angeles Clippers, na offseason, já havia anunciado que a campanha de 2025-26 seria a derradeira de sua trajetória profissional. No entanto, diante dos acontecimentos recentes, acabou optando por pendurar os tênis antes mesmo do fim da regular.
Na última semana, Paul acabou sendo envolvido em uma troca tripla entre Clippers, Raptors e Brooklyn Nets. Logo após a negociação, porém, a franquia canadense comunicou o atleta de que não pretendia contar com seus serviços, iniciando os trabalhos para uma rescisão contratual que acabou confirmada na tarde desta sexta.
O roteiro da temporada de despedida de Chris Paul parecia ser dos mais louváveis quando o armador de 40 anos acertou seu retorno ao time que defendeu por mais tempo na liga. Diante de um início de campanha decepcionante, contudo, o astro acabou entrando em rota de colisão com parte do elenco e, principalmente, com a comissão técnica.
Assim, acabou afastado das atividades da equipe desde o mês de dezembro, sendo liberado para procurar um novo destino. Em diferentes oportunidades, então, Paul garantiu que ainda pretendia seguir jogando. Algumas especulações, por sinal, apontaram um possível interesse do Dallas Mavericks no veterano, algo que acabou não se concretizando.
No fim, o jogador realizou sua última aparição como profissional no dia 1 de dezembro, em derrota para o Miami Heat. Na ocasião, teve oito pontos, três assistências e um erro em quase 15 minutos de ação. Na temporada, as médias eram de 2,9 pontos, 3,3 assistências e 1,8 rebote.
Agora com a carreira concluída, não existem dúvidas de que Paul será integrante do Hall da Fama do Basquete no futuro próximo. Ainda que não tenha conseguido conquistar o tão sonhado título de campeão, acumulou 12 seleções para o All-Star Game, 11 para o All-NBA, nove para os times ideais de defesa e um prêmio de MVP do All-Star em 2012-13.
Assim, fez parte também da lista divulgada pela própria NBA contendo os 75 melhores jogadores da história da associação. Para além dos Clippers, defendeu também New Orleans Hornets, Houston Rockets, Oklahoma City Thunder, Phoenix Suns, Golden State Warriors e San Antonio Spurs.
CP3 se destacava, especialmente, pela genialidade ofensiva. Um dos maiores passadores de todos os tempos, finaliza sua jornada como o segundo melhor assistente da história da liga, com 12.552 passes para cestas, atrás apenas de John Stockton. Assim como nos roubos de bola, onde perde apenas para o ex-armador do Utah Jazz, com 2.728.
Outra estatística que chama atenção é o número de turnovers. Mesmo estando na segunda posição em assistências, Paul é apenas o 29° de todos os tempos em erros ofensivos. Para efeito de comparação, Stockton aparece em quinto no quesito. Já em relação a pontuação, aparece como o 36° mais eficiente, com 23.058.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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