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Apesar de ainda discreta e aquém, a participação das mulheres na NBA ganha aos poucos mais notoriedade em diferentes cargos na liga
Por muito tempo as mulheres por muito tempo foram marginalizadas e colocadas de lado durante a história da NBA. Inclusive, a primeira relacionada com a liga em termos profissionais foi apenas em 1969, mais de 20 anos após a fundação. Seu nome era Denise Long e ela foi selecionada pelo San Francisco Warriors (atual Golden State Warriors) no Draft, mas a liga vetou a escolha e impediu, de maneira arbitrária, sua atuação na liga.
Inclusive, até hoje a NBA considera Lusia Harris a única mulher oficialmente draftada, e aconteceu em 1977 durante o sétimo round, mas também não entrou em quadra. Porém, ao longo dos anos as mulheres foram ganhando espaço e conseguindo, aos poucos, relevância na liga. No entanto, a participação de muitas deles fica restrita à WNBA, liga de basquete feminino afiliada a liga masculina e criada em 1997.
Assim, neste sábado (8) de Dia Internacional das Mulheres, vamos conhecer as cinco que ocupam cargos importantes na atual NBA.
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Talvez a mais famosa de todas elas, Jeanie Buss é a atual presidente e dona do Los Angeles Lakers. Conhecida por seu pulso forte e por liderar a mais glamurosa e famosa franquia de basquete no mundo todo, Jeanie precisou e precisa bater de frente com seus irmãos frequentemente, que também possuem cargos dentro da franquia.
Ela foi a responsável por contratar, contrariada dos irmãos, Rob Pelinka como general manager em 2017, o que se mostrou uma decisão acertada após a franquia conseguir LeBron James e o título de 2020. Além disso, ganhou outros cinco títulos quando já fazia parte da diretoria e se firmou como uma das pessoas mais relevantes em toda a NBA.
Além de ter sido uma boa jogadora durante seus anos no college, onde venceu o campeonato nacional três vezes, Brooks agora faz história dentro da NBA. Ela é a primeira presidente de “New Business Ventures” da NBA, onde é responsável por identificar novas oportunidades de negócios, tanto nacionais quanto globais para a liga.
Na organização desde 2005, Brooks teve papel fundamental ao longo dos anos em expandir o negócio e criar novos produtos. Inclusive, ela é uma das pessoas responsáveis pelo novo torneio de Play-in e pela Copa NBA, produtos e formatos novos já curtidos pelo público.
Jogadora da WNBA sem muito sucesso, Boucek participou de apenas dez partidas em 1997 antes de se tornar assistente técnica na mesma liga em 1999. Assim, ela iniciou uma carreira de quase 20 anos da liga como técnica. Porém, em 2017 recebeu um convite do Sacramento Kings para ser a especialista em desenvolver talentos, se tornando apenas a terceira mulher da história com cargo de assistente na NBA.
Depois, foi para o Dallas Mavericks trabalhar como assistente do técnico Rick Carlisle, que a levou junto para o Indiana Pacers em 2021, franquia que treina até hoje.
Formada em estatística, Brittni conseguiu uma vaga como analista de dados no Toronto Raptors em 2017. Após seu sucesso e o título em 2019, com apenas 26 anos ela foi promovida para assistente técnica da franquia, por onde ficou até 2022. Logo depois, foi para o Detroit Pistons que tinha Dwane Casey como técnico, conhecido por Brittni dos tempos de Toronto. Por lá, foi assistente de Casey e era a diretora de análises de treinamento. Por fim, seu cargo atual é no Atlanta Hawks como assistente.
Inclusive, ela foi a primeira assistente mulher da história das três franquias.
Grande jogadora no College Basketball com a Duke University, Lindsey teve ótimos números quando jovem e chegou até a WNBA. Por lá e pela Europa, teve carreira longa como jogadora. Assim, com toda a sua experiência de basquete ela ganhou uma vaga no Philadelphia 76ers, em 2018, para ser a responsável pelo desenvolvimento de jogadores.
No ano seguinte ela foi para o Sacramento Kings e treinou o time da G League da franquia, ganhando o prêmio de Coach of the Year em 2024. Com todo o sucesso, os Lakers foram atrás de Lindsey e a contrataram como assistente para a temporada de 2024-25.
nba Jornalista em formação, apaixonado por música e por esportes, principalmente os americanos. Torcedor do Boston Celtics, do Boston Red Sox e fanático pelo Pittsburgh Steelers. No futebol, sofre pelo São Paulo.
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