Iñaki Williams, capitão do Athletic Bilbao, não escondeu sua insatisfação com a Supercopa da Espanha sendo disputada fora do país. Em entrevista, o atacante fez questão de expor o descontentamento com a decisão de realizar o torneio na Arábia Saudita.
A Supercopa da Espanha será realizada na Arábia Saudita pela terceira vez, o que tem gerado receitas para a Real Federação Espanhola de Futebol e também para os clubes. No entanto, Iñaki Williams não aprova a iniciativa.
Com a Supercopa da Espanha confirmada, ao menos, até 2029 na Arábia Saudita, o jogador do Athletic Bilbao voltou a expor sua insatisfação. Em entrevista, o atacante, destaque da equipe na Espanha, afirmou que não se incomoda em falar o que pensa sobre temas como este.
“Não tenho papas na língua para falar desses temas. Para mim, jogar na Arábia Saudita é uma merda”, disse o atacante do Athletic Bilbao.
Na entrevista coletiva após o treino do clube espanhol, Iñaki Williams também explicou os motivos que o levam a desaprovar a realização do torneio no país do Oriente Médio. O jogador ressaltou que a logística se torna complicada para os torcedores, o que faz com que a equipe atue sem apoio.
Além disso, o atacante citou um motivo pessoal, afirmando que sua “verdadeira dor” será deixar a esposa e o filho, que nascerá nos próximos dias.
“Levar uma competição nacional para outro país não é fácil para os torcedores e não facilita as viagens. No fim das contas, por causa da grande torcida que temos, parece que estaremos jogando fora de casa. E, se fosse aqui, todos sabemos quantos torcedores do Athletic estariam lá para nos apoiar. Serei pai nos próximos dias e ter que deixar minha esposa e meu filho aqui é uma verdadeira dor, mas são ossos do ofício. Estou à disposição e tentarei fazer o melhor possível na Supercopa”, disse Iñaki Williams.
soccer Redator com experiência no mundo do entretenimento e esporte, apaixonado por contar histórias. Já escreveu sobre games, cinema e futebol, cobrindo lançamentos, eventos e campeonatos. Acompanha de perto tanto o futebol nacional quanto o internacional, sempre em busca de entender e compartilhar o que acontece dentro e fora de campo.
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