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Borussia pune Adeyemi após caso de posse ilegal de arma

Gregory Felipe

A Data Fifa trouxe um problema inesperado para Karim Adeyemi. Convocado pela seleção alemã, o atacante acabou passando os dois compromissos do período praticamente sem jogar, cumprindo suspensão diante de Luxemburgo e ficando no banco na goleada por 6 a 0 sobre a Eslováquia, resultado que garantiu a Alemanha na Copa do Mundo de 2026. Porém, o maior impacto veio de fora do campo.

“Caixa misteriosa” de Adeyemi

Segundo o jornal Bild, o jogador foi condenado pela Justiça alemã ao pagamento de uma multa de 450 mil euros (aproximadamente R$ 2,7 milhões) por posse de itens ilegais. Adeyemi teria comprado no início de 2024 uma “caixa misteriosa” pela internet. Dentro dela havia um soco inglês e uma arma de choque, objetos proibidos pela legislação alemã.

Nas redes sociais, Adeyemi afirmou que agiu por imprudência e que não refletiu sobre o que estava adquirindo. O atleta explicou que o pacote chegou meses depois da compra e acabou entregue à polícia, o que deu início ao processo. O atacante disse ainda que entende sua responsabilidade como atleta e figura pública e que aprendeu com o episódio.

“Foi um erro enorme, do qual me arrependo profundamente e me custou caro. Sei que estou sob os holofotes e tenho a responsabilidade de ser um exemplo. Falhei em cumprir com essa responsabilidade, e é precisamente por isso que me dói ainda mais ter agido de forma tão imprudente”, declarou Adeyemi.

Repercussão dentro do Borussia Dortmund

Ao retornar de seus compromissos com a seleção, Adeyemi foi chamado para uma reunião com o CEO do Borussia Dortmund, Lars Ricken. O clube decidiu aplicar uma sanção interna adicional, acordada também com a Federação Alemã de Futebol. O jogador participará de atividades comunitárias com crianças e jovens que fazem parte da Nordstadtliga, projeto social ligado à Fundação Borussia e que desenvolve atividades esportivas e de lazer na região norte da cidade.

Ricken declarou que o clube tratou o assunto com seriedade, mas destacou o arrependimento do atleta e o fato de não haver antecedentes criminais. Para a direção, o trabalho comunitário ajudará na recuperação da imagem do atacante.

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Redator com experiência no mundo do entretenimento e esporte, apaixonado por contar histórias. Já escreveu sobre games, cinema e futebol, cobrindo lançamentos, eventos e campeonatos. Acompanha de perto tanto o futebol nacional quanto o internacional, sempre em busca de entender e compartilhar o que acontece dentro e fora de campo.

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