O Flamengo chega à metade de 2025 com alerta ligado nos bastidores. A partir de 1º de julho, três jogadores com vínculo até dezembro — o goleiro Matheus Cunha e os zagueiros Cleiton e Pablo — estarão livres para assinar pré-contrato com qualquer outro clube. A situação preocupa a diretoria rubro-negra, que, embora tenha renovado com Pulgar e esteja próxima de um acordo com Varela, ainda não definiu o futuro deste trio. A falta de avanços nas negociações pode custar caro para o planejamento do técnico Filipe Luís na reta decisiva da temporada.
Entre os nomes que podem deixar o Ninho do Urubu sem compensação, Matheus Cunha é talvez o caso mais sensível. Aos 24 anos, o goleiro teve momentos de destaque e chegou a ser sondado pelo Nottingham Forest, que em 2023 cogitou oferecer 10 milhões de euros. Agora, porém, o cenário é outro: sem proposta de renovação em andamento, ele deve sair de graça.
Por outro lado, Cleiton vive uma situação um pouco mais maleável. O Flamengo chegou a procurar o estafe do zagueiro em fevereiro e manifestou interesse na renovação. Tudo indicava um acordo fácil, mas sondagens do futebol europeu esfriaram as conversas. Desde então, a negociação travou — e o tempo corre contra o rubro-negro.
Pablo, por outro lado, parece já ter virado a página. Sem espaço com Filipe Luís, participou apenas do Carioca enquanto o elenco principal fazia pré-temporada nos Estados Unidos. Treina atualmente em horários alternativos e, mesmo com a liberação para buscar novos ares em abril, não recebeu propostas. A tendência, assim, é que apenas cumpra o contrato até dezembro.
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Entre as notícias que trazem alívio, está a renovação encaminhada de Varela. Após impasse financeiro, Flamengo e o estafe do lateral-direito chegaram a um consenso. A assinatura deve acontecer nas próximas semanas, evitando mais uma perda potencial no setor defensivo.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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