Dorival Jr. está com os dias contados no comando da Seleção Brasileira. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já trata a demissão como inevitável, principalmente após a derrota da Seleção por 4 a 1 contra a Argentina nesta terça-feira (25). Agora, a organização apenas avalia o momento certo para oficializar a decisão. Nesse sentido, o anúncio pode ocorrer a qualquer momento, mesmo sem um substituto definido.
A goleada sofrida por 4 a 1 diante da Argentina, a maior da história do Brasil em Eliminatórias, foi a gota d’água para a cúpula da entidade. O time não viu a cor da bola, e o resultado aumentou ainda mais a pressão sobre Dorival. A princípio, a ideia era manter o treinador até os compromissos da Data FIFA de junho, contra Colômbia e Paraguai, mas a continuidade do trabalho parece inviável.
Nos bastidores, a CBF ainda sonha com Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, como nome ideal para comandar a Seleção. O italiano tem contrato com o clube merengue até junho de 2026, porém a relação com a diretoria espanhola passa por momentos de incerteza.
Outros nomes também ganham força. Filipe Luís, ex-jogador e atualmente técnico do Flamengo, surge como uma opção para iniciar um novo ciclo, enquanto Abel Ferreira, multicampeão com o Palmeiras, continua no radar da entidade.
Com a corda no limite, Dorival Jr. vê sua permanência cada vez mais improvável. O apito final para sua passagem pela Seleção está prestes a soar.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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