Esportes
Palpites
Casas de Apostas
Guias
Copa Do Mundo 2026
Futebol Internacional Futebol Internacional
Esportes Palpites Casas de Apostas Guias Copa Do Mundo 2026
18+ | Jogue com responsabilidade | Aplicam-se os Termos e Condições | Conteúdo Comercial | Conteúdo Publicitário | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento

Rebaixamento do Lyon: Torcida estampa “Fora Textor” pelas ruas da cidade

Lívia Galvão

O Lyon, um dos clubes mais tradicionais da França, vive um de seus momentos mais turbulentos. Nesta terça-feira (24), a Direção Nacional de Controle e Gestão (DNCG), órgão que regula as finanças dos clubes franceses, decretou o rebaixamento administrativo do clube para a Série B francesa (Ligue 2) devido à grave situação financeira. A medida abalou a cidade e provocou uma onda de protestos da torcida organizada Bad Gones, que pede a saída do empresário americano John Textor, atual proprietário da equipe. O Lyon anunciou que vai recorrer da decisão.

“Fora Textor”: cobrança pelas ruas de Lyon

Horas após o anúncio da DNCG, faixas com a frase “Fora Textor” tomaram as ruas da cidade. Portanto, deixando claro que os torcedores responsabilizam diretamente o dono da Eagle Football Group pelo colapso financeiro. Textor havia prometido, em novembro de 2024, que o clube não corria risco de rebaixamento. Inclusive, apresentou um plano que incluía abrir capital na bolsa de Nova York, vender sua participação no Crystal Palace e lucrar com vendas de jogadores. Estas ações, no entanto, no fim, não convenceram os reguladores.

Fotos: Reprodução / X Bad Gones

Apesar do Lyon ter fechado a temporada em sexto lugar, com vaga na Liga Europa, o desempenho esportivo não foi suficiente para compensar o rombo financeiro de 117 milhões de euros. Para a DNCG, faltaram garantias mínimas de 100 milhões de euros para a temporada atual. Assim, nem a venda de Cherki ao Manchester City nem a saída de Luiz Henrique do Botafogo mudaram o cenário.

Tentativas frustradas e confiança abalada

Na tentativa de evitar o rebaixamento, Textor se reuniu nesta terça com representantes da DNCG. Mesmo demonstrando otimismo antes da audiência e citando a venda de sua parte no Crystal Palace para o bilionário Woody Johnson por 190 milhões de libras, o dirigente viu a proposta ser rejeitada.

A principal questão, para o órgão francês, é que os recursos da Eagle Football não são necessariamente aplicáveis de forma automática ao clube francês. A DNCG exige comprovações específicas para garantir a saúde financeira da instituição local, o que Textor não conseguiu oferecer de forma satisfatória.

soccer soccer

Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.

Leia mais