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Memphis Depay se irrita com comparação no Corinthians

Gregory Felipe

No domingo (2), Memphis Depay encerrou um jejum de três meses sem balançar as redes com a camisa do Corinthians. O atleta marcou o segundo gol do Timão na vitória por 2 a 0 sobre o Grêmio. No entanto, o fim do jejum não impediu que o jogador demonstrasse irritação ao ser questionado sobre a diferença de desempenho entre o clube brasileiro e a seleção holandesa.

Memphis Depay não gosta da comparação

No mesmo período em que ficou sem marcar pelo Corinthians, Memphis Depay se destacou com a camisa da Seleção Holandesa, anotando quatro gols em quatro jogos das Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo. Com esses gols, o atacante alcançou o posto de maior artilheiro da história de sua seleção.

Após o gol contra o Grêmio, Memphis Depay se mostrou incomodado ao ser questionado sobre a diferença de rendimento entre clube e seleção. Segundo o atleta, a comparação não faz sentido, pois se trata de “equipes totalmente diferentes”.

“Acho que nem todo mundo compara. Eu acho que alguns torcedores comparam, e vocês começam a trazer essa narrativa para a mídia. Qualquer pessoa com um entendimento lógico do futebol sabe que… como você pode comparar a seleção nacional com a nossa equipe aqui? São equipes totalmente diferentes, jogadores totalmente diferentes ao meu redor. Eu não preciso nem explicar essa situação ou as duas equipes. Por favor, vamos ser inteligentes e focar no Corinthians. O que eu faço fora é outra coisa. Quando estou em campo, tento me esforçar”, disse Memphis Depay.

Atacante ressaltou diferença

Ainda na entrevista, o atacante holandês também ressaltou uma das diferenças entre jogar pelo clube brasileiro e pela seleção. Memphis revelou sentir que recebe a bola com mais facilidade quando está a serviço da Holanda, o que às vezes não ocorre no Timão, mesmo em situações nas quais está bem posicionado.

“Quando jogo pela seleção nacional e quando jogo aqui, são dois jogos diferentes, duas equipes diferentes. Frequentemente, sinto que estou no lugar certo para receber a bola e fazer gols, mas às vezes ela não vem. Na equipe nacional, a bola vem. Eles me procuram o tempo todo quando chegam ao campo ofensivo, me buscam e me dão a bola. É uma questão de lógica. Ainda assim, continuo calmo. Quero fazer o meu trabalho aqui”, afirmou o jogador.

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Redator com experiência no mundo do entretenimento e esporte, apaixonado por contar histórias. Já escreveu sobre games, cinema e futebol, cobrindo lançamentos, eventos e campeonatos. Acompanha de perto tanto o futebol nacional quanto o internacional, sempre em busca de entender e compartilhar o que acontece dentro e fora de campo.

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