Na noite desta quinta-feira (04), na Arena Fonte Nova, em Salvador, após o empate em 1 a 1 entre Bahia e Internacional, pela fase de grupos da Libertadores, o técnico Rogério Ceni foi direto ao comentar os rumores sobre uma possível investida do Botafogo pelo meia Cauly. Segundo o treinador tricolor, não houve nenhuma proposta formal. Além disso, segundo ele, qualquer movimentação nesse sentido seria uma tentativa de desestabilizar o elenco do clube baiano.
“Primeiro que não tem proposta alguma, ao menos o que foi passado pela direção para mim. Não tem uma proposta. Às vezes o cara vai lá, pega o telefone, porque trabalhou com o cara, dá uma ligadinha para o cara… Da minha parte, do grupo, lógico que a decisão nessa área é sempre deles, mas eu não venderia o jogador. Não teve R$ 1 de proposta, não teve um centavo”, afirmou Ceni.
O camisa 8 foi titular no confronto com o Colorado e, segundo o comandante tricolor, desempenha papel essencial no modelo de jogo adotado pelo clube baiano. A possível sondagem vinda do clube carioca, que atualmente disputa a liderança do Brasileirão, soou como tentativa de “jogar contra” o momento positivo do Bahia na temporada.
“É que é muito fácil você pegar o telefone e dar uma ligadinha para o jogador para dizer: ‘Oh, briga aí e tal’. Não teve proposta, não temos interesse na troca ou coisa assim. O Cauly é nosso jogador, nós queremos que ele fique, ele é importante para o nosso sistema de jogo”, completou o treinador.
De acordo com o jornalista Jonas Stelmann, o Bahia pediu cerca de € 10 milhões (R$ 62 milhões) apenas para iniciar as conversas. Por outro lado, informações do jornalista Matheus Medeiros indicam que o Botafogo já considerou o valor fora da realidade e não estaria disposto a pagar essa quantia pelo jogador.
Mesmo sem proposta oficial na mesa, o interesse do Glorioso deixou o ambiente em alerta, e Ceni tratou de marcar posição. Por ora, Cauly continua vestindo azul, vermelho e branco.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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