Na noite desta sexta-feira (3), o Flamengo emitiu uma nota oficial em seu site, descontente com o número de paralisações nas últimas partidas da equipe. Na noite passada, vale lembrar, o Rubro Negro empatou com o Cruzeiro em zero a zero, no Maracanã, pelo Brasileirão.
No comunicado oficial, o clube flamenguista diz que o primeiro tempo do duelo com o Cruzeiro registrou o menor tempo de bola rolando na temporada. Aliado a isso, a mensagem mostra que os últimos quatro compromissos do Fla estão entre os jogos que tiveram a menor quantidade de jogo em si no Brasileirão.
O padrão observado é claro: a arbitragem tem marcado faltas ao mínimo contato, mostrado rigidez com um ou dois metros em cobranças de lateral, permitido paralisações sucessivas, marcado faltas inexistentes, alongado revisões e prejudicado o ritmo das partidas, impedindo que a bola circule pelo tempo mínimo necessário.
Essa situação não é apenas estatística. O excesso de paralisações compromete a qualidade do espetáculo, prejudica o torcedor e afeta diretamente as equipes que se apoiam na técnica e na posse de bola para impor seu jogo. Para o Flamengo, cada minuto perdido em discussões e interrupções desnecessárias significa menos tempo para jogar futebol.
Mais do que um dado curioso e alarmante, o recorte revela uma preocupação real sobre a condução das partidas justamente num momento crucial do Brasileirão 2025. O futebol brasileiro precisa se aproximar das melhores práticas internacionais, garantindo um tempo de bola rolando compatível com a grandeza dos clubes e do campeonato. Afinal, o torcedor merece mais jogo e menos interrupção.
O time comandado pelo técnico Filipe Luís volta a campo neste domingo (5), quando irá enfrentar o Bahia, na Fonte Nova, às 18h30, pela 27ª rodada do Brasileirão. Neste momento, o Flamengo é líder da competição, com 55 pontos somados.
soccer Jornalista formado pela PUC-RS. Redator e repórter. Passagens por Foot Sports, o Barquinho Cultural, Portal do Gremista, Grêmio News e NETFLU.
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