O Fluminense foi derrotado pelo Chelsea, pelo placar de 2 a 0, na semifinal da Copa do Mundo de Clubes. Com o resultado, o clube encerrou sua participação no torneio da Fifa. Após a eliminação, o lateral Renê reclamou da arbitragem, questionando um pênalti não marcado para o time brasileiro ainda no primeiro tempo do confronto.
Na primeira etapa, quando o Chelsea já vencia o jogo por 1 a 0, o Fluminense ficou perto de receber uma ótima chance para igualar o placar. Em lance de escanteio, o árbitro da partida assinalou um pênalti para o Tricolor, por toque na mão. No entanto, o VAR revisou o lance e anulou a penalidade máxima.
Após a partida, Renê criticou a anulação do pênalti, argumentando que, em outros campeonatos do continente europeu, o VAR possui critérios diferentes. Além disso, o lateral do Fluminense afirmou que o lance “poderia fazer a diferença” para o Fluminense. Segundo Renê, o time carioca tinha possibilidade de “crescer no jogo” caso chegasse ao gol de empate.
“Pelo que eu assisto dos jogos da Liga dos Campeões e do Campeonato Francês, que ele mesmo apita, o VAR dificilmente interfere nesses lances de interpretação. Ele tava próximo ao lance e deu o pênalti. Não sei por que o VAR chamou ele para revisar o lance. Infelizmente, era um lance que poderia fazer a diferença pra gente. Se empatássemos ali, poderíamos crescer no jogo”, disse o atleta do Fluminense.
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