O Corinthians enfrenta um novo adversário. Neste sábado (14), termina o prazo determinado pela Lei Geral do Esporte (LGE) para a implementação do sistema de biometria facial nos estádios do país. No entanto, a Neo Química Arena, casa do clube paulistano, segue sem a tecnologia em funcionamento. A falha pode resultar na interdição parcial ou total do estádio, um cenário que preocupa a diretoria e a Fiel torcida.
A exigência da biometria facial tem como objetivo ampliar o controle de acesso e reforçar a segurança em eventos esportivos, sobretudo nas partidas do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, que rompeu recentemente o contrato com a empresa BePass S.A., firmada na gestão do agora afastado Augusto Melo, ficou sem fornecedor e não realizou os testes obrigatórios do novo sistema.
Com a LGE completando dois anos justamente neste sábado, o Ministério do Esporte pode aplicar sanções imediatas. Caso o clube não apresente ao menos uma solução parcial, a Neo Química Arena poderá ser interditada já nos próximos dias. A interdição pode afetar setores específicos ou mesmo impedir o uso total do estádio.
Apesar da urgência, o clube conta com uma pequena vantagem no calendário. O Corinthians só volta a jogar em casa no dia 12 de julho, quando enfrenta o Bragantino. Até lá, o time comandado por Dorival Júnior, que vem de empate por 1 a 1 contra o Grêmio, terá uma pausa nas atividades. Esta com direito a recesso e reapresentação para treinos visando a reta final do Brasileirão.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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