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Vivendo melhor momento de sua carreira, ala-pivô desabafou sobre momentos ruins vividos em Nova York e amadurecimento em Minnesota
Julius Randle voltou a viver seus melhores dias na NBA com a camisa do Minnesota Timberwolves. E o renascimento da carreira do jogador ajudou a franquia a alcançar as finais da Conferência Oeste pelo segundo ano consecutivo, marca inédita em sua história. E os novos ares também ajudaram a saúde mental do ala-pivô, que falou com poucas saudades sobre a sua passagem pelo New York Knicks.
“Não foi nada legal. Você não consegue focar no basquete. Você, na verdade, fica focado em todas as outras coisas, menos no basquete em si. Você é massacrado ou endeusado a cada arremesso, a cada turnover, a cada derrota. É exaustivo”, explicou a Vincent Goodwill, do Yahoo Sports.
Randle até viveu bons momentos nos Knicks, em especial durante a temporada 2020-21. Na ocasião, ajudou a levar a tradicional franquia de volta aos playoffs depois de oito anos de seca. No entanto, suas atuações nas duas pós-temporadas que disputou em New York não foram das melhores. Além disso, ficou de fora da campanha passada, que terminou justamente diante do Indiana Pacers, por lesão.
Atualmente, os Knicks enfrentam os Pacers nas finais da Conferência Leste, e tentam escrever um roteiro diferente de 2024, quando, devastado por lesões, acabaram derrotados no jogo 7 no Madison Square Garden. Agora, um dos principais nomes do elenco é justamente Karl-Anthony Towns, um dos símbolos dos Timberwolves no passado recente e parte da troca que levou Randle a Minneapolis.
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Perdendo por 3 a 1 a série contra o Oklahoma City Thunder, Minnesota vê cada vez menores as chances de disputar a primeira final de sua história. Reverter o placar diante do melhor time da temporada, com certeza, não é uma tarefa fácil. Mas, para isso, a franquia espera contar com Julius Randle inspirado na próxima partida.
Ainda que não venha fazendo uma série tão boa quanto as anteriores, Randle está vivendo seu melhor desempenho nos playoffs. São 21,6 pontos de média, além de 5,9 rebotes e 5,1 assistências. Além disso, conseguiu seu primeiro triplo-duplo em pós-temporada e também a maior marca de pontuação, com 31 diante do Golden State Warriors. Ao longo dos últimos meses, ele vem provando que aprendeu a transformar as críticas e dúvidas em combustível para dias melhores.
“Sempre usei tudo isso como motivação, como um meio de provar que as pessoas estão erradas e coisas assim. Mas, também virou uma maneira de provar a mim mesmo que sou capaz. Esse foi o maior ajuste e mudança que fiz no meu pensamento. Não que você não veja, ou não preste atenção nessas coisas. Mas, é mais sobre mim mesmo do que qualquer outra coisa. Sinto que tirei todo o peso do mundo dos meus ombros. E agora estou apenas jogando basquete e me divertindo”, completou.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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