No último domingo (6), Atlético Mineiro e São Paulo protagonizaram um empate sem gols, no Mineirão, em jogo válido pela segunda rodada do Brasileirão 2025. O duelo teve boa divisão, com melhor performance do Tricolor no primeiro tempo e o Galo com mais posse no segundo. Nesse sentido, com a partida a pegar fogo, Lyanco, do Atlético-MG, e Ferreirinha, do São Paulo, estrelaram alguns duelos em campo, inclusive, resultando em cartão amarelo para ambos em uma das situações, em que o jogador do Galo empurra o adversário.
O zagueiro do clube mineiro conta que, ao sofrer a falta no lance em que recebe o cartão amarelo, foi provocado por Ferreirinha, que o impedia de prosseguir com a jogada.
“Antes de começar o Brasileiro, a gente teve reunião com a arbitragem, explicando regras, novas regras, aquilo que iria mudar; enfim, só palavras, nada mudou, é a mesma coisa. Ali foi o lance que, inclusive na reunião foi falado que, quando vai retardar um jogo, o jogador vai tomar um amarelo. A gente sofreu falta, a bola estava parada, o Ferreirinha na minha frente, ainda dei um chute na bola para mostrar que não estava conseguindo jogar, mas não mudou nada. O sangue foi esquentando, esse é o meu jeito, é fácil falar depois de um jogo ou quem está sentado na arquibancada. Eu sou muito intenso no jogo que eu estou vivendo, eu não fico jogando pensando o que vou ter que continuar fazendo para estar no próximo jogo, eu vivo o jogo de hoje”, comentou Lyanco.
No final da partida, Lyanco tomou o segundo cartão amarelo, o que resultou em expulsão. Entretanto, o zagueiro acredita não ter comprometido o time e reconhece que poderia ter evitado a penalidade.
“Depois do jogo você fala, poderia ter evitado, sim, tudo, mas na hora do jogo é difícil. A expulsão aconteceu logo no final, ou seja, eu não comprometi o meu time. Eu saí ali logo quando ele já ia acabar o jogo, ele veio e me deu amarelo. Eu acho que tudo é mais fácil depois do jogo, mas, na hora, aquele momento ali é o que a gente está vivendo”, iniciou.
“Na minha posição, estou sujeito a tomar cartão, a ter que fazer alguma falta que às vezes tem de ser feita. Mais uma vez saio de cabeça erguida pelo jogo que fiz, falando particular assim. Você jogar 45 minutos, entre aspas, com um amarelo em jogo como esse é muito difícil. Se você pegar 15 ou 14 jogos que eu joguei, tomei 3 ou 4 amarelos só. Então foi o jogo de hoje, foi um jogo quente. Isto tanto quanto o Calleri ali que jogou 10 minutos e também teve a expulsão”, concluiu o zagueiro.
“Eu não vou deixar passar o que o juiz deixou passar ali. O segundo amarelo do Lyanco. O primeiro em que ele me empurrou sem necessidade. O juiz deu cartão pra mim porquê eu estava na frente da bola, eu falei pra ele que não entendo isso. O Lyanco me empurrou, devia ser amarelo só pra ele”, opinou Ferreirinha.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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