Com a maioria dos grandes nomes já em novas equipes, veja aqui os cinco times que saÃram como perdedores na NFL Free Agency
Um dos períodos mais aguardados e importantes da NFL, a free agency chegou com tudo neste ano,, trazendo movimentações empolgantes, grandes contratos e algumas surpresas. Com o mercado oficialmente aberto em março, os times aproveitaram para reforçar seus elencos, seja com contratações de peso, trocas estratégicas ou renovações cruciais.
Agora, com a poeira começando a baixar e a grande maioria dos negócios realizados, é hora de avaliar quais franquias se destacaram, positivamente ou negativamente. Neste artigo, o The Playoffs traz para você os cinco times que saem da NFL free agency como grandes perdedores. A análise é baseada no impacto das contratações, preenchimento de necessidades, entre outros fatores. Confira!
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Os 49ers chegaram ao fim de 2024 com uma temporada marcada por lesões e resultados abaixo do esperado. Em seguida, o período de free agency transformou o elenco de maneira radical. Dre Greenlaw, Talanoa Hufanga, Javon Kinlaw, Charvarius Ward, Aaron Banks, Jaylon Moore e Elijah Mitchell assinaram com outras equipes, deixando lacunas significativas no time. Além disso, o San Francisco negociou o wide receiver Deebo Samuel com o Washington Commanders e o running back Jordan Mason com o Minnesota Vikings. Apesar de tantas saídas, os 49ers trouxeram de volta o fullback Kyle Juszczyk, um veterano querido, apenas uma semana após dispensá-lo. Ainda assim, a sensação que fica é clara: o gerente geral John Lynch parece aceitar que o momento exige uma reformulação e a equipe, atualmente, parece muito mais fraca do que no ano passado.
Após promessas de uma ‘offseason agressiva’, os Cowboys definitivamente, não cumpriram com isso, tendo mais um ano de contratações e movimentos questionáveis. O caso mais evidente é a negociação arrastada com Micah Parsons, um dos melhores defensores da liga. Além disso o mercado de edge rushers esquentou e as extensões milionárias de Maxx Crosby e Myles Garrett, aumentam o valor de Parsons, complicando a situação para Dallas. Por outro lado, o time adquiriu Kaiir Elam e Kenneth Murray em trocas, dois jogadores que seus times anteriores poderiam facilmente ter dispensado. Esses movimentos dificilmente justificam o gasto de capital de draft. Por fim, o grupo de running backs não inspira a confiança com as pouco empolgantes chegadas de Javonte Williams e Miles Sanders. Mais uma vez, a “agressividade seletiva” de Jerry Jones soa como um discurso vazio.

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Após um 2024 decepcionante, em que a equipe regrediu ao invés de evoluir, muitas mudanças ocorreram nos Texans. Desde saídas na comissão técnica, até a questionável decisão de trocar Laremy Tunsil, um dos melhores tackles da liga, pode comprometer ainda mais o desenvolvimento de CJ Stroud. Além disso, a chegada de Laken Tomlinson e outras novas peças de linha ofensiva, não equilibram essa perda. Perder Stefon Diggs, mesmo após uma lesão, reduziu as opções de passe, deixando o ataque dependente de Nico Collins e Tank Dell, que se recupera lentamente de uma grave lesão. Talvez a chegada de Christian Kirk supra a saída de Diggs, mas a aposta é arriscada. Por fim, contratar C.J. Gardner-Johnson trouxe experiência à secundária, mas o foco deveria ter sido manter a linha ofensiva e as armas ofensivas. Houston deu um passo atrás em vez de fortalecer sua base jovem.
A offseason dos Steelers foi, até agora,mais ruim do que boa, apesar de algumas chegadas interessantes. No entanto, eles ainda não resolveram a questão do quarterback. Apesar de adquirirem DK Metcalf, um reforço explosivo para o corpo de recebedores, a saída de Justin Fields e Russell Wilson deixou o time sem um líder claro no ataque. A demora em negociar com Aaron Rodgers mostra indecisão, embora o veterano finalmente esteja próximo de um acerto. A defesa ganhou Juan Thornhill, ex-Chiefs, reforçando a secundária, mas perdeu Larry Ogunjobi por questões de cap space, enfraquecendo a linha defensiva. Sem um quarterback até confiável até o momento, ou com Rodgers, que não é mais o mesmo de antes, Pittsburgh deve ser competitivo em 2025, mas perdeu a chance de melhorar significativamente seu elenco.
A offseason dos Seahawks foi, no mínimo, curiosa, por uma sequência de decisões intrigantes e até decepcionantes. Primeiramente, a equipe escolheu trocar Geno Smith para os Raiders e DK Metcalf para os Steelers, desmantelando o ataque sem uma visão clara. Então, a franquia apostou em Sam Darnold após sua única boa temporada na carreira, por três anos e US$ 100,5 milhões, um valor arriscado para um jogador que nunca provou consistência e falhou nos momentos cruciais da última temporada. A linha ofensiva, um problema crônico, não melhorou, mesmo com Josh Jones chegando. Adicionar Cooper Kupp ajuda, mas não compensa a perda de Metcalf, principalmente pela sua idade avançada e estilo de jogo extremamente similar ao de Jaxon Smith-Njigba. Uma equipe que estava próxima de ser mais competitiva agora parece optar por uma reconstrução confusa em vez de ajustes precisos para 2025.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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