Fora da primeira convocação de Dorival Júnior em 2025, Alex Telles mantém os pés no chão e a mente focada. O lateral-esquerdo, que voltou ao Botafogo com a meta de reconquistar espaço na Seleção Brasileira, não esconde a frustração por ter ficado de fora da lista. No entanto, para ele, a resposta deve ser dada dentro de campo.
“Sou um cara que gosta de frisar as coisas que eu posso controlar. O que eu posso controlar é o meu trabalho no dia a dia. Já estive lá, já participei de uma Copa do Mundo e meu objetivo é mais uma vez participar de outra. Sei que voltaria se estivesse fazendo o meu trabalho bem feito, e vou fazer isso a cada dia. Convocação é consequência”, afirmou Telles.
A ausência na lista pode ter sido influenciada pelo desempenho abaixo do esperado do Botafogo neste início de temporada, além da boa fase de Guilherme Arana, do Atlético-MG. Ainda assim, Telles não quer se apegar a justificativas e promete dedicação total para voltar a vestir a Amarelinha.
Enquanto a Seleção segue no radar, o foco imediato do lateral é a disputa da Copa Libertadores. O sorteio da fase de grupos colocou o Botafogo ao lado de Estudiantes, Universidad de Chile e Carabobo no Grupo A, um caminho desafiador para a equipe carioca.
“Eu vejo o nosso grupo como um grupo típico de Libertadores, com equipes difíceis, tradicionais na competição. O Carabobo é uma equipe nova e tem seus méritos por estar aqui. É uma viagem longa, então também tem sua dificuldade. Na Libertadores não tem jogo fácil, temos que fazer nosso trabalho dentro de casa e conseguir bons resultados fora para classificar”, analisou.
Com a estreia na principal competição do continente se aproximando e o Campeonato Brasileiro prestes a começar, Alex Telles sabe que a melhor resposta para voltar à Seleção é brilhar com a camisa do Botafogo. O lateral já demonstrou antes que tem futebol para estar entre os melhores — agora, resta mostrar isso mais uma vez.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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